Era 18 de setembro de 1950 e a televisão brasileira entrava no ar pela primeira vez. Naquele seleto time estava Ariclenes Venâncio Martins, nome de batismo de Lima Duarte. Dono de mais uma das maiores carreiras do meio artístico, intérprete de personagens memoráveis, vencedor de incontáveis prêmios e dono de um bordão criado por ele mesmo em icônica novela, o veterano chega aos 96 anos neste domingo (29).
Entre tantos tipos marcantes, Zeca Diabo ("O Bem-Amado!", 1973), Salviano Lisboa ("Pecado Capital", 1975), Sinhozinho Malta ("Roque Santeiro", 1985) e Sassá Mutema ("O Salvador da Pátria", 1989). E foi nessa trama das nove, onde contracenou com Luis Gustavo (1934-2021) e Francisco Cuoco (1933-2025), que o artista foi par romântico de Maitê Proença, intérprete da professora Clotilde, que lecionava para o boia-fria.
Sassá, por sua vez, se transformava em político, o que gerou polêmica uma vez que a trama foi acusada de fazer propaganda para Luiz Inácio Lula da Silva, em pleno ano eleitoral. Já nos bastidores, Lima afirmou que rejeitaria de todas as formas beijar a atriz em cena - o beijo acabou acontecendo, sim, na trama das nove. E quase 10 anos, em maio de 1998, afirmou ter se apaixonado por Maitê e que a artista correspondeu ao seus sentimentos. Confira!
Contra beijo em Maitê, Lima Duarte prometeu se rebelar contra a Globo
Vamos primeiro voltar a junho de 1989 quando "O Salvador da Pátria" ainda estava no ar. Para a revista "Playboy", o veterano afirmou ao ser questionado se ha...
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