Produtor do Charlie Brown Jr. revela segredos de gravação em resposta a Rick Bonadio

Adotando tom diplomático, Tadeu Patolla revelou que primeiros discos do grupo de Chorão usaram simuladores e não amplificadores reais

15 set 2026 - 14h54
Resumo
O debate entre o uso de amplificadores valvulados e simuladores digitais agitou o rock nacional após Rick Bonadio defender o purismo analógico no Starling Cast, criticando a tecnologia digital e desafiando músicos ao citar o peso dos álbuns do Charlie Brown Jr. Em resposta, o produtor Tadeu Patolla surpreendeu ao revelar que a sonoridade pesada dos primeiros discos da banda foi, na realidade, criada a partir de softwares digitais, desmistificando o tradicional dogma dos equipamentos reais de estúdio.

A discussão sobre o uso de amplificadores valvulados versus simuladores digitais ganhou um capítulo surpreendente na história do Rock nacional.

Produtor do Charlie Brown Jr. revela segredos de gravação em resposta a Rick Bonadio
Produtor do Charlie Brown Jr. revela segredos de gravação em resposta a Rick Bonadio
Foto: Tenho Mais Discos Que Amigos!

O que começou como uma defesa ferrenha do purismo analógico por parte de Rick Bonadio no Starling Cast #301 se transformou em um embate de bastidores após o produtor Tadeu Patolla vir a público revelar que o icônico "som de peso" dos primeiros discos do Charlie Brown Jr. nasceu, na verdade, de um software digital.

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Durante sua entrevista ao guitarrista Mateus Starling, Rick criticou duramente as tecnologias modernas digitais. Ao defender que o verdadeiro peso de uma banda só é alcançado com equipamentos reais no estúdio, Bonadio lançou um desafio direto aos músicos da internet. Citando os discos Imunidade Musical (2005) e Camisa 10 Joga Bola Até na Chuva (2009), ele afirmou:

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