Em São Paulo, Jorge Ben Jor reuniu 51 mil pessoas com o show Alquimia Popular Brasileira, marcado pelo improviso e a ausência de metrônomo digital, tornando cada apresentação única. Em entrevista ao TMDQA!, o baterista Lucas Real Fernandes revelou os bastidores dessa dinâmica espontânea com a Banda do Zé Pretinho. O evento também celebrou a expectativa pelos 50 anos do lendário disco África Brasil (1976), reafirmando a força histórica e a genialidade do artista no palco.
Estar presente no show de Jorge Ben Jor no Nubank Parque, em São Paulo, é vivenciar um transe coletivo que vai muito além das duas horas e meia ininterruptas de som. Na contramão do que é comum na indústria atual, o artista não usa metrônomo digital — equipamento que guia o tempo e o ritmo das batidas. A apresentação Alquimia Popular Brasileira, idealizada pela 30e, foi conduzida do jeito que ele sempre fez ao longo da carreira: amparada na magia do momento.
O TMDQA! conversou com exclusividade com Lucas Real Fernandes, baterista da Banda do Zé Pretinho, para descobrir os bastidores dessa alquimia musical. Entre improvisos, arranjos e decisões tomadas no palco, conheça os músicos que ajudaram Jorge Ben Jor a transformar a noite de sábado (17) em uma experiência única para 51 mil pessoas em São Paulo.
Havia uma grande expectativa pairando no ar, já que 2026 marca os 50 anos de África Brasil (1976), um dos discos mais revolucionários do mundo, assim como há dois anos completou-se meio século do clássico A Tábua de Esmeralda (1974).