Celebrado em 17 de outubro em homenagem à pioneira Chiquinha Gonzaga, o Dia Nacional da MPB destaca a força da canção popular brasileira, historicamente marcada pela fusão de ritmos diversos. Atualmente, uma nova geração mantém esse legado em constante renovação, conquistando festivais internacionais, prêmios renomados e trilhas sonoras. Esses artistas dialogam com os grandes mestres do passado e garantem a contemporaneidade e o alcance global da música do país.
Celebrado em 17 de outubro, o Dia Nacional da MPB foi instituído por lei em 2012 e homenageia o nascimento de Chiquinha Gonzaga, compositora, maestrina e pioneira que ajudou a dar forma ao que o país entende como canção popular.
De lá para cá, a sigla atravessou gerações e incorporou de tudo: do samba à bossa nova, do Tropicalismo ao Clube da Esquina, do soul ao samba-reggae, a MPB sempre foi menos um gênero fechado e mais um jeito brasileiro de fazer canção.
Hoje, uma nova geração mantém essa tradição viva enquanto a reinventa. De São Gonçalo a Salvador, do Recife a São Paulo, artistas da nova MPB concorrem ao Grammy Latino, ocupam o Rock in Rio, rodam o mundo em turnês, entram em trilhas de novela e lançam discos que conversam com Caetano, Gil, Djavan e Tom Jobim sem deixar de soar como 2026.