Em seu novo álbum "Medusa", lançado pelo selo RISCO após o trabalho anterior "Rastilho", Kiko Dinucci reinventa a canção brasileira por meio de ruídos, guitarras e experimentações. Definido pelo compositor como uma obra sobre amor, fantasmas e bichos, o disco funde samba, punk e shoegaze, aproximando o cancioneiro tradicional da estética ruidosa de bandas como Sonic Youth e My Bloody Valentine, em uma atmosfera densa que equilibra aspereza sonora e sensibilidade sentimental.
Entre guitarras soterradas, ruídos, samples e referências que atravessam o Samba, Punk, Shoegaze, Post Hardcore, eletrônico e a canção romântica brasileira, Kiko Dinucci construiu em Medusa uma textura tão áspera quanto sentimental.
Definido pelo próprio artista como "um disco de amor, fantasmas e bichos", o álbum mergulha em uma atmosfera densa e experimental para aproximar o cancioneiro brasileiro da sonoridade de guitarras de bandas como My Bloody Valentine, Hüsker Dü, Dinosaur Jr. e Sonic Youth.
O trabalho de estúdio foi marcado pela chegada de Kiko ao casting do selo RISCO, seis anos após o lançamento de Rastilho (2020), seu material anterior. Dessa vez, o músico e compositor apresentou um álbum que estendeu a pesquisa estética presente em sua trajetória.