Prestes a se apresentar no Rock in Rio 2026 ao lado dos Gilsons e do Olodum, Daniela Mercury celebrou a força da música afro-baiana no festival. Em entrevista, a cantora refletiu sobre temas como soberania cultural, democracia e o papel da arte frente à indústria fonográfica. Com uma trajetória de 26 álbuns e cerca de 20 milhões de cópias vendidas, a artista reforça que sua atuação é guiada por propósito e resistência, unindo diferentes gerações por meio do axé e do samba-reggae.
No dia 12 de setembro, Daniela Mercury sobe ao Palco Sunset do Rock in Rio 2026 como convidada dos Gilsons, ao lado do Olodum. Marcado para 17h50, o encontro reúne diferentes gerações da música baiana e coloca o axé, o samba-reggae e a tradição afro-baiana no centro da Cidade do Rock.
Às vésperas do festival, Daniela conversou com o Tenho Mais Discos Que Amigos! sobre o show e acabou indo muito além dele. O papo chegou em soberania cultural, democracia, indústria fonográfica e o significado da continuidade em ser artista.
A conversa começou com uma brincadeira inevitável para quem fala com o TMDQA!: afinal, Daniela Mercury tem mais discos ou mais amigos? São 26 álbuns lançados, cerca de 20 milhões de discos vendidos e uma trajetória que, em 2026, ganhou mais um reconhecimento.