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Herdeiros de Elvis Presley abrem processo contra empresa de IA

Processo na Califórnia exige US$ 149 mil por cada uma das 274 obras utilizadas no treinamento de tecnologia.

29 out 2026 - 16h11
Resumo
Os herdeiros de Elvis Presley processaram a Anthropic, desenvolvedora de IA, exigindo US$ 41 milhões por violação de direitos autorais. A ação alega o uso não autorizado de 274 músicas, incluindo "Can't Help Falling in Love", para treinar o modelo Claude e pede julgamento por júri popular. A empresa nega as acusações e promete contestá-las na Justiça, enquanto já enfrenta outro processo bilionário movido pela Universal Music Group por infrações semelhantes.
Herdeiros de Elvis Presley abrem processo contra empresa de IA
Herdeiros de Elvis Presley abrem processo contra empresa de IA
Foto: The Music Journal

A desenvolvedora de inteligência artificial Anthropic virou alvo de um novo processo judicial movido pelos representantes do patrimônio de Elvis Presley. A ação, protocolada no mês passado na Corte de Distrito do Norte da Califórnia, exige o pagamento de US$ 41 milhões (aproximadamente R$ 219 milhões) sob a alegação de uso não autorizado de 274 composições do músico para treinar sistemas tecnológicos.

Na petição, os gestores do espólio demandam US$ 149 mil por cada obra supostamente infringida e solicitam que a decisão final seja tomada por um júri popular. De acordo com informações veiculadas pelo jornal El País, o processo argumenta que o modelo Claude foi preparado para driblar barreiras legais e alterar dados originais de cadastro, afetando a proteção dos fonogramas no meio virtual e gerando ameaças contínuas ao mercado de entretenimento.

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A lista de faixas incluídas na disputa reúne sucessos consagrados da carreira do cantor, destacando Can't Help Falling in Love e Return to Sender.

Por meio de um porta-voz oficial, a Anthropic afirmou refutar todas as acusações e assegurou que apresentará sua contestação em juízo. A batalha legal se soma a outro embate bilionário encarado pela companhia, que já responde a uma cobrança de US$ 3 bilhões impetrada pela Universal Music Group (UMG) por acusações equivalentes de uso indevido de catálogo.

The Music Journal Brazil
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