Em 1985, Phil Collins convidou Sting para os vocais de apoio da balada "Take Me Home", enriquecendo o arranjo da faixa em uma fase de grande evidência pop de ambos. A parceria funcionou tão bem que a dupla dividiu o palco no festival Live Aid naquele mesmo ano. Essa intensa maratona de apresentações gerou um forte desgaste físico e logístico para Collins, o que acabou impactando diretamente seu desempenho posterior na histórica reunião com o Led Zeppelin durante a megatransmissão internacional.
No auge de sua carreira solo em meados dos anos 1980, Phil Collins buscou reforços de peso para as gravações em estúdio. Em 1985, ao trabalhar na grandiosa balada Take Me Home, o músico britânico convidou Sting para assumir os vocais de apoio, trazendo um timbre marcante que adicionou a assinatura sonora ideal para enriquecer as linhas vocais e o arranjo da faixa.
Naquela época, Sting vivia um momento de grande evidência na música pop global, impulsionado pelo sucesso de sua colaboração em Money for Nothing, clássico do Dire Straits. A união entre os dois músicos britânicos funcionou tão bem que ultrapassou a produção em estúdio: ambos acabaram dividindo o palco no megafestival beneficente Live Aid, tornando-se um dos capítulos mais comentados daquela década.
Contudo, a maratona exigente do Live Aid gerou forte desgaste físico e logístico para Phil Collins, que não quis recusar a chance de tocar com Sting. A sobrecarga decorrente dos compromissos na megatransmissão internacional acabou cobrando seu preço, impactando diretamente o desempenho do baterista durante o show com o Led Zeppelin no festival.
A presença de colaboradores externos não era novidade para Phil Collins, que já havia gravado parcerias com nomes como Philip Bailey para incorporar variadas influências sonoras à sua obra. Consolidado como intérprete de baladas de sucesso desde o impacto de Against All Odds, o músico refinava seu formato pop desde a estreia com o álbum Face Value, marcado por emblemáticas viradas de bateria focadas em temas de corações partidos.
Com uma sonoridade construída a partir de experimentos sonoros ao lado de Peter Gabriel, o artista soube dosar os traços experimentais herdados do Genesis com canções de apelo massivo para as rádios, a exemplo do hit Sussudio.