Na Flup 2026, no Rio de Janeiro, Gilberto Gil e a rapper baiana Duquesa se reuniram na mesa "Todas as revoluções começam com uma canção", mediada por Miriam Leitão no Teatro Carlos Gomes. O debate uniu duas gerações para refletir sobre a música como força de transformação social e cultural, destacando a nova cena de artistas negros brasileiros. A 16ª edição do festival segue com programação cultural gratuita até 27 de setembro.
Duas gerações da música brasileira se encontraram na Flup 2026 para conversar sobre o poder da canção como instrumento de transformação. Duquesa e Gilberto Gil foram os convidados da mesa "Todas as revoluções começam com uma canção", realizada no Teatro Carlos Gomes, no Centro do Rio de Janeiro, com mediação da jornalista Miriam Leitão.
A conversa partiu da música para refletir sobre sua relação com diferentes processos de transformação social e cultural. Com trajetórias construídas em momentos distintos da música brasileira, Gil e Duquesa compartilharam o palco em um encontro que aproximou experiências, repertórios e perspectivas de diferentes gerações.
Para Duquesa, a participação na Flup marcou mais um momento de sua trajetória para além dos palcos e lançamentos musicais. Natural de Feira de Santana, na Bahia, a rapper vem ampliando sua presença em espaços de diálogo sobre música, cultura e as transformações protagonizadas por uma nova geração de artistas negros brasileiros.
Em sua 16ª edição, a Flup começou no dia 23 e segue até 27 de setembro, no Centro do Rio de Janeiro, com atividades no Teatro Carlos Gomes e na Praça Tiradentes. A programação gratuita reúne nomes da literatura, do pensamento, da música e da cultura, além de mesas, performances, batalhas de rima, slams e outras atividades.