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Conheça o brasileiro Rafael Moreira, guitarrista de vários artistas internacionais

Neste material especial, você vai conhecer a história do guitarrista brasileiro Rafael Moreira, instrumentista de destaque na música internacional! Definitivamente, a história do guitarrista Rafael Moreira é motivo de orgulho para todos os brasileiros que amam música. Em um tempo em que a internet ainda não era popular, ele provou o seu valor no disputadíssimo […] The post Conheça o brasileiro Rafael Moreira, guitarrista de vários artistas internacionais appeared first on Cifra Club.

4 jul 2022 - 15h22
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Neste material especial, você vai conhecer a história do guitarrista brasileiro Rafael Moreira, instrumentista de destaque na música internacional!

Rafael Moreira fez a carreira tocando fora do Brasil, com artistas de peso (Foto/Reprodução)
Rafael Moreira fez a carreira tocando fora do Brasil, com artistas de peso (Foto/Reprodução)
Foto: Cifra Club

Definitivamente, a história do guitarrista Rafael Moreira é motivo de orgulho para todos os brasileiros que amam música. Em um tempo em que a internet ainda não era popular, ele provou o seu valor no disputadíssimo cenário dos Estados Unidos. Assim, ajudou a abrir o caminho que hoje é largamente trilhado pela nova geração de guitarristas do Brasil.

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Portanto, para inspirar ainda mais músicos, hoje vamos contar como evoluiu a carreira de Rafael. Nesse contexto, batemos um papo exclusivo com o guitarrista, que refletiu sobre tudo o que conquistou e ainda deu conselhos a quem sonha em atuar como músico profissional.

Então, vamos conhecer mais uma história de sucesso? Bora lá!

A história do guitarrista Rafael Moreira

Com quatro anos de idade, o paranaense Rafael já cantava no coral com a mãe, professora de música e compositora. Porém, aos seis anos, ele conheceu as bandas The Rolling Stones e Kiss, ficando alucinado com o som das guitarras. "A partir desse momento, meu sonho passou a ser o de me tornar um guitar hero. Tudo o que eu queria era a experiência de ser um guitarrista".

Até então, Rafael tocava violão de nylon, mas aos oito anos ganhou a primeira guitarra elétrica. A partir daí, ele passou a se apresentar ao vivo, tocando rock ao lado de seus irmãos mais velhos. A paixão e a dedicação pelas seis cordas só cresciam. Aí, não teve volta: a guitarra se tornou a vida dele.

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Momento da virada

No entanto, nem tudo eram flores. "No início da adolescência, senti falta de ter atividades normais, digamos assim. Sair com os amigos, se divertir… não só tocar".

O tempo passou, e, aos 20 anos, Rafael se viu em uma sinuca de bico. Ele estava em Curitiba, cursando a faculdade de Administração, da qual não gostava. Além disso, tinha o sentimento de que não havia conquistado o que almejava, deixando de lado a sua vocação. Para piorar, sofreu um grave acidente de automóvel em 1995, que quase o matou.

"Nesse momento, decidi largar tudo e fui para os Estados Unidos estudar guitarra no Musicians Institute (GIT), em Los Angeles. Foi a minha salvação. Era uma segunda chance para mim".

Com direito à conquista de uma bolsa, ele estudou guitarra por quatro anos em terreno estadunidense e começou a se destacar no cenário local. "Eu senti que o horizonte estava se abrindo. Não existia internet ou celular nessa época. Portanto, meu foco era tocar e viver as experiências de forma presente".

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A primeira gig de peso

Rafael já tocava bastante e estava provando seu talento nos Estados Unidos, mas um trabalho específico o levou a outro patamar. "Um amigo me ligou e disse que estava rolando uma audição. Ele não falou quem era o artista. Fui aprovado e descobri que iria integrar a banda da cantora Christina Aguilera, que estava estourada na época".

O primeiro show de Rafael na nova gig foi no tradicional programa televisivo Saturday Night Live. "No dia seguinte, tocamos no Madison Square Garden", lembra.

Desde então, a reputação de Rafael ecoou em muitos lugares, levando-o a trabalhar com outros nomes de peso, incluindo Pink, Paul Stanley, Don Felder, Steven Tyler, Stevie Wonder, Backstreet Boys, New Kids on the Block e Marc Anthony, entre muitos outros.

Além disso, atuou como integrante das bandas oficiais de reality shows da TV norte-americana, como American Idol, To Tell the Truth, Greatest Hits, Rock the Cradle, The Voice e Rock Star.

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Veia autoral

Nesse contexto, Rafael era extremamente bem-sucedido, mas a necessidade de se expressar como artista não o deixava abandonar a veia autoral.

"Para falar a verdade, eu nunca havia pensado em ser sideman. Meu lance sempre foi fazer música autoral. No entanto, eu abri minha cabeça e estudei outros estilos, sempre mantendo a minha identidade".

Assim, ele deu vazão aos seus mais profundos anseios musicais de duas formas: com a carreira solo e a banda Magnetico. Lançado em 2005, o disco instrumental Acid Guitar mescla elementos de rock, jazz e música brasileira, além de contar com linhas vocais muito bem elaboradas.

Já com o trio Magnetico, lançou dois álbuns: Songs About the World (2009) e Death Race (2016). Ambos possuem riffs poderosos, com muita melodia e solos de extremo bom gosto.

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Parceria com Paul Stanley

Quando Rafael Moreira estava na banda do programa Rock Star, acabou chamando a atenção de ninguém menos do que Paul Stanley, líder do Kiss, que adorava o reality show.

Então, o empresário de Paul convidou o grupo para sair em turnê com o icônico artista. "Tocávamos algumas músicas do Kiss e outras composições solo do Paul. Foi incrível. Fizemos muitos shows, gravamos um DVD e um disco ao vivo".

A parceria também rendeu oportunidades ao Magnetico, que tocou no cruzeiro do Kiss e abriu shows para a clássica banda.

Há cerca de sete anos, Rafael voltou a tocar com o ídolo, mas em outro projeto: o Paul Stanley's Soul Station. A sonoridade se baseia nos clássicos do soul e do rhythm and blues.

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Na gravação do último disco do grupo, Now and Then, Rafael teve papel fundamental, participando também dos clipes oficiais. Em seguida, confira o vídeo da faixa O-O-H Child:

Encontro de gerações

Hoje, muitos guitarristas brasileiros seguiram o caminho trilhado por Rafael. Nomes como Mateus Asato, Andre Nieri, Lari Basilio e Artur Menezes, por exemplo, centralizaram as carreiras nos Estados Unidos e se deram muito bem. Assim como Rafael, são motivos de orgulho para o Brasil.

"Temos guitarristas extremamente talentosos e com muito potencial. Acho difícil comparar a minha vivência com a da nova geração. Eu não era estrategista nas minhas relações, só queria ter a minha voz. Hoje, com as mídias sociais, a exposição é mais imediata, mas também me parece um pouco mais passageira. Sinto que, antigamente, as coisas eram mais duráveis e profundas".

Realmente, hoje os artistas têm a tendência de lançar singles em vez de discos completos, por exemplo. Ao mesmo tempo, o algoritmo virtual exige que eles produzam conteúdo a todo momento nas mídias sociais.

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"É uma realidade completamente diferente. Creio que uma geração tem de se espelhar um pouco na outra. O legal nesses novos nomes é que cada um tem a sua voz e um jeito único de trilhar a carreira. Então, considero que tenho muito a aprender com os músicos mais jovens também".

Conselhos aos futuros guitarristas

De acordo com Rafael, para ser bem sucedido como guitarrista profissional e especialmente como músico de apoio, a chave é ter sensibilidade para ler o entorno.

"É preciso entender rapidamente o cenário em que você está inserido e sempre tocar para a música. Bagagem também é muito importante. Se você gosta de country, não basta estudar o gênero em casa. Tem de viver o country. Precisa calçar botas e ir para a fazenda".

Ou seja, não basta apenas dominar a linguagem e aprender os licks. Para ser diferenciado, Rafael afirma que é preciso colocar a alma em cada nota.

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"Se você quer emocionar as pessoas, toque com o coração. Ninguém quer ver um músico matematicamente perfeito. O que todos querem ver é uma performance memorável. Há espaço para aqueles que são verdadeiros, acredite. Então, toque com abandono, com uma atitude realmente rock and roll".

Novos trabalhos

Durante a pandemia, Rafael encarou o período como uma oportunidade de parar e refletir sobre a vida, mas se manteve criativo. Dessa forma, terminou a gravação de novas músicas do Magnetico. O registro das quatro faixas foi feito da forma mais orgânica possível, com a banda tocando ao vivo no estúdio.

"As músicas são épicas, com longa duração. Eu realmente não estava preocupado em formatar canções radiofônicas. Hoje, acho tudo muito computadorizado. Então, sempre prezo a real interação entre os músicos em minha arte".

As músicas devem ser lançadas como singles, podendo formar um EP. No estúdio, Rafael usou seus equipamentos preferidos, que incluem guitarras Gibson e um amplificador valvulado Bogner Shiva.

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"Na primeira faixa a ser lançada em breve, usei uma Les Paul barítono. Ela possui um grave mais gutural, bem específico. Também somei um efeito oitavador do pedal Electro-Harmonix POG, que deu um sabor todo especial".

Além disso, um novo disco solo não está fora dos planos. "Tenho várias músicas e muita gente boa tocando comigo. Ainda mesclo diversas influências, mas de uma forma mais natural. Quando a gente é novo, quer se provar diante dos outros. Atualmente, não tenho mais essa necessidade, então as composições fluem ainda melhor".

Por fim, Rafael também exerce o lado didático, dando aulas de guitarra e ministrando clínicas em escolas de música.

Rafael Moreira é, de fato, um guitarrista completo (Foto/Reprodução)
Foto: Cifra Club

Divulgue a história de Rafael Moreira

Bacana demais a trajetória do guitarrista brasileiro Rafael Moreira, não é mesmo? Sem dúvida, provar o talento no concorrido mercado musical internacional não é tarefa fácil. Temos certeza de que você se motivou com o artigo de hoje!

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Então, para que mais pessoas sejam inspiradas com essa história, que tal compartilhar o link deste texto com seus colegas músicos? Assim, eles também poderão conhecer essa carreira de sucesso que traz muito orgulho ao Brasil.

Além disso, não deixe de acompanhar este craque da guitarra nas suas redes sociais. Siga o artista no Facebook, Instagram, Twitter e YouTube para valorizar o trabalho de um instrumentista brasileiro de primeira.

Hoje, ficamos por aqui. Porém, fique por dentro das novidades, pois em breve vão pintar mais artigos bacanas por aqui.

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