'Viver num país sem democracia é uma coisa ruim para todo mundo': Fernanda Torres resgata memória da ditadura após sucesso de 'Ainda Estou Aqui' e declara voto em Lula

Às vésperas do segundo turno, Fernanda Torres resgatou a memória da ditadura militar, explicou seu apoio a Lula e fez um apelo aos eleitores brasileiros

23 out 2026 - 18h51
Resumo
Após o sucesso do filme "Ainda Estou Aqui", no qual interpreta Eunice Paiva, a atriz Fernanda Torres declarou voto em Lula no segundo turno das eleições presidenciais. Ao resgatar a memória da violência da ditadura militar retratada na obra, a artista defendeu a importância da democracia e fez um apelo aos eleitores, destacando que a ausência de um regime democrático é prejudicial a todos, além de ressaltar a necessidade de consenso e respeito mútuo acima das divergências políticas ou religiosas.
'Viver num país sem democracia é uma coisa ruim para todo mundo': Fernanda Torres resgata memória da ditadura após sucesso de 'Ainda Estou Aqui' e declara voto em Lula.
'Viver num país sem democracia é uma coisa ruim para todo mundo': Fernanda Torres resgata memória da ditadura após sucesso de 'Ainda Estou Aqui' e declara voto em Lula.
Foto: Divulgação/TV Globo, Getty Images / Purepeople

Fernanda Torres usou as redes sociais nesta sexta-feira (23) para abrir o jogo sobre seu posicionamento político às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo (25). Protagonista de "Ainda Estou Aqui", filme em que interpreta Eunice Paiva, a atriz fez um apelo aos eleitores, falou sobre a importância da democracia e explicou por que vai votar em Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

E olha que a reflexão tem tudo a ver com a história que Fernanda levou às telas e que emocionou o público dentro e fora do Brasil! 

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Fernanda Torres relembra sucesso de 'Ainda Estou Aqui' e faz apelo

Ao interpretar Eunice, a atriz deu vida a uma mulher que viu sua família ser atravessada pela violência da ditadura militar depois que o marido, o ex-deputado Rubens Paiva, foi levado por agentes do regime e nunca mais voltou para casa. Em vez de se calar, ela passou anos lutando para descobrir a verdade sobre o que aconteceu com ele e para que a história não fosse apagada.

Foi essa a memória que Fernanda trouxe para a conversa sobre as eleições. Para a atriz, a repercussão de "Ainda Estou Aqui" mostrou que é possível reconhecer a importância da democracia mesmo quando as pessoas pensam de maneiras diferentes, seguem religiões distintas ou defendem partidos que não têm nada a ver uns com os outros.

"Quando a gente lançou 'Ainda Estou Aqui', uma das coisas mais lindas que aconteceram em torno daquele filme foi uma espécie de comunhão, sabe, um consenso em torno da história da Eunice ...

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