Romeu Zema (Novo) declarou apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno presidencial, descartando a neutralidade e reforçando sua oposição ao PT de Lula. Em pronunciamento nas redes sociais, o ex-governador defendeu mudanças drásticas em Brasília, sugeriu a possibilidade de impeachments pelo avanço conservador no Congresso e celebrou o crescimento de seu partido no Legislativo, que elegeu dez deputados federais e três senadores, convocando seus eleitores para a votação do dia 25 de outubro.
A corrida para o segundo turno das eleições presidenciais ganhou um novo capítulo nesta segunda-feira (5). Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais e ex-candidato ao Palácio do Planalto pelo partido Novo, veio a público confirmar seu posicionamento político para a nova fase da disputa, marcada para o próximo dia 25 de outubro. Diante do cenário político atual, o político afastou qualquer possibilidade de neutralidade ao declarar voto em Flávio Bolsonaro (PL), reforçando sua oposição ferrenha ao Partido dos Trabalhadores.
Em um pronunciamento veiculado nas redes sociais, o político argumentou que a sociedade e as urnas mandaram um recado incisivo após o primeiro turno, realizado no último domingo (4). Dessa forma, Romeu Zema enfatizou a necessidade de mudanças profundas na capital federal: "Precisamos tirar os intocáveis de Brasília", pontuou o ex-governador ao defender que o avanço da bancada conservadora no Congresso Nacional abre espaço para propostas de impeachment contra integrantes da gestão atual.
O que mais disse Zema?
Além disso, ele celebrou o expressivo avanço da legenda nas urnas legislativas, destacando a conquista de cadeiras estratégicas tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal. Sendo assim, Romeu Zema ressaltou o fortalecimento do grupo: "O partido ao qual pertenço, o Partido Novo, avançou muito. Elegeu 10 deputados federais e 3 senadores que vão estar lutando por um Brasil melhor", ressaltou.
Por fim, ao detalhar sua decisão de endossar a chapa oposicionista, Romeu Zema garantiu que não adotará postura neutra: "Eu não vou me omitir nem ficar em cima do muro nesse momento tão importante. Voto contra o PT, voto no Flávio Bolsonaro", enfatizou ele, antes de disparar severas críticas contra a administração federal liderada por Lula: "O Brasil não aguenta mais 4 anos de Lula nem mais 4 ministros nomeados pelo Lula. Tamo juntos no dia 25. Conto com você", concluiu.