Suzane von Richthofen reaparece em supermercado e volta a dividir opiniões nas redes sociais

Vida de Suzane von Richthofen em liberdade chama atenção após flagra em Bragança Paulista

6 ago 2026 - 10h34

Suzane von Richthofen, condenada pela morte dos pais, Manfred e Marísia von Richthofen, voltou a ser assunto nas redes sociais após ser vista fazendo compras em um supermercado de Bragança Paulista, no interior de São Paulo. Desde 2023, ela cumpre o restante da pena em regime aberto e vive na cidade ao lado do marido, o médico Felipe Zecchini Muniz, e do filho, nascido em janeiro de 2024. O registro da rotina da estudante de Direito rapidamente se espalhou pela internet e deu início a um intenso debate entre internautas, que manifestaram opiniões bastante diferentes sobre sua vida após a condenação.

Os comentários publicados nas redes sociais refletiram a divisão de opiniões sobre o caso. Entre as mensagens, um usuário identificado como Samuel Felipe escreveu: "Eu me recusava a atender, nem que eu fosse demitido por isso, mas minha dignidade e meu caráter ninguém compra." Em contrapartida, Gabriela Silva defendeu uma nova oportunidade para a condenada ao afirmar: "Povo julga demais, quem tem que julgar é só Deus. Todo mundo merece uma segunda chance." Outros internautas também participaram da discussão. Leonardo Utech comentou: "Perante a lei na terra ela já pagou, o resto é lá em cima (ou embaixo). Falam do pecado dela, mas e o pecado da língua de vocês?", enquanto Ítala Lima declarou: "Energia pesadíssima dessa mulher. Fico mal só de ver a foto."Bruno Werneck questionou: "Como pode viver normalmente sabendo que matou os pais? Não é julgamento, é um questionamento."

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Suzane von Richthofen foi vista fazendo compras em um supermercado de Bragança Paulista
Suzane von Richthofen foi vista fazendo compras em um supermercado de Bragança Paulista
Foto: Contigo

Documentário traz relato sobre a infância

Além da repercussão provocada pelo flagrante, Suzane von Richthofen também voltou aos holofotes após participar de um documentário da Netflix, lançado neste ano. Segundo o colunista Ullisses Campbell, a condenada aceitou relatar sua versão sobre a própria trajetória, desde a infância até o crime que ganhou repercussão nacional em 2002. Conforme o jornalista, ela descreveu a convivência familiar como marcada pela falta de afeto e por cobranças constantes dentro de casa, especialmente por parte do pai.

Ainda de acordo com Ullisses Campbell, Suzane afirmou durante a entrevista: "Meu pai era zero afeto. Minha mãe ainda tinha um pouco. Volta e meia ela pegava a gente no colo. Mas era muito de vez em quando." Atualmente com 42 anos, ela cursa o terceiro ano de Direito na Universidade São Francisco (USF), em Bragança Paulista.

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