Scheila Carvalho rebate ataques por deixar mãe trabalhar em barraca aos 84 anos

No auge dos 84 anos, Eunice Ladeira, mãe de Scheila Carvalho, segue trabalhando em barraca de churros; veja o que a famosa disse

27 fev 2026 - 14h21

Nesta sexta-feira, 27/02, Scheila Carvalho rebateu críticas sobre o trabalho da mãe, Eunice Ladeira, de 84 anos. A polêmica começou após a artista revelar que a mãe perdeu seu carrinho de churros em um temporal em Juiz de Fora (MG). A 'Morena do Tchan' negou que a família passe necessidade e defendeu a autonomia da matriarca

Scheila Carvalho e a barraca da mãe
Scheila Carvalho e a barraca da mãe
Foto: Reprodução/Redes sociais / Contigo

"Quis compartilhar a realidade das enchentes lá na minha cidade natal, tranquilizar as pessoas sobre minha família, pedir ajuda - esse era o foco", disse. E seguiu: "Acabei falando que a barraca de churros da minha mãe ficou submersa pelas águas e, sinceramente, eu fiquei surpresa com alguns comentários".

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Na sequência, expôs os ataques: "As pessoas começaram a questionar o fato de minha mãe ainda trabalhar, dizendo que isso é um absurdo, porque eu sou rica, sou milionária, mas talvez o que esteja faltando hoje seja entender que trabalho nem sempre é sobre necessidade".

Em seguida, a musa destacou que o trabalho é para a mãe um momento de alegria e propósito, já que é onde ela mais interage com outras pessoas. "É onde ela conversa, se distrai, se sente útil, independente, viva. Quantas vezes já falei para ela: 'Mãe, você não precisa disso'. Já chamei para vir morar comigo várias vezes, para ela vir passar uns dias aqui em casa", relatou.

Por que Eunice não vive perto da filha?

Scheila destacou que frequentemente convida a mãe para viajar à Bahia, onde a dançarina vive com o marido, sendo obrigada a fazer 'chantagens emocionais'. "Ela é enraizada, ama estar lá. Nem viajar de férias ela aceita, porque tem medo de avião, ela tem medo de navio. Nunca viaja com a gente de férias. Por isso que vocês veem mais a minha sogra viajar sempre com a gente", disse.

Por fim, ela frisou o quanto ficou chateada pela escolha da mãe de seguir ativa ter chamado mais atenção do que a tragédia natural na cidade. "O mundo anda mesmo doente, quando as pessoas preferem atacar do que compreender. A verdade é que, no meio de tanta água, o que a gente mais precisa é resgatar a humanidade".

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