Ratinho decide processar Erika Hilton; saiba o motivo

O apresentador Ratinho decidiu processar a deputada federal Erika Hilton após polêmica recente

28 abr 2026 - 17h57
(atualizado às 18h09)

A disputa entre o apresentador Ratinho e a deputada Erika Hilton ganhou novos desdobramentos e foi parar na Justiça. De acordo com informações da coluna Outro Canal, da Folha de S.Paulo, o comunicador decidiu processar a parlamentar após ser alvo de um comentário nas redes sociais que, segundo sua defesa, teria ultrapassado os limites da crítica.

Ratinho decide processar Erika Hilton; saiba o motivo
Ratinho decide processar Erika Hilton; saiba o motivo
Foto: Mais Novela

A ação foi protocolada no último dia 14 na 7ª Vara Criminal de Brasília e inclui acusações de injúria, calúnia e difamação. A controvérsia começou depois que Ratinho, durante seu programa no SBT, questionou a escolha de Erika Hilton para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. Na ocasião, ele afirmou: "Tem tanta mulher, por que vai dar para uma trans? Ela não é mulher, ela é trans. Não tenho nada contra trans, mas tem outras mulheres, mulheres mesmo…". Em seguida, reforçou sua posição com outra declaração polêmica: "Mulher, para ser mulher, tem que ter útero, tem que menstruar, tem que ficar chata três, quatro dias. Vocês pensam que a dor do parto é fácil?".

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Troca de acusações e batalha judicial

A repercussão foi imediata, levando Erika Hilton a reagir publicamente por meio das redes sociais. Em resposta direta ao apresentador, ela escreveu: "Eu sou e sempre serei uma mulher. Este apresentador é, e sempre será, um rato". Foi justamente essa publicação que motivou o processo movido por Ratinho, que argumenta ter tido sua honra atingida. A defesa do comunicador sustenta ainda que suas falas no programa foram opiniões pessoais e não tinham caráter ofensivo.

Antes mesmo da ação judicial apresentada pelo apresentador, Erika Hilton já havia tomado medidas legais contra ele. A deputada acusou o comunicador de transfobia e entrou com um pedido de indenização no valor de R$ 10 milhões, além de solicitar ao Ministério das Comunicações a suspensão do programa por 30 dias. O caso agora segue na esfera judicial, ampliando o embate entre as duas figuras públicas e mantendo o tema em evidência.

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