O pastor Márcio Poncio voltou a chamar atenção nas redes sociais ao abordar um questionamento frequente de seguidores: como concilia a fé com a atuação no setor empresarial ligado ao tabaco. Em um vídeo publicado recentemente, ele decidiu explicar sua trajetória profissional desde o início, detalhando as escolhas que o levaram a construir sua carreira.
Ao relembrar o começo de sua vida adulta, Márcio Poncio contou que buscava uma oportunidade de trabalho assim que completou a maioridade. "Fiz 18 anos, precisava trabalhar, fiz uma corrente ali em busca do meu primeiro emprego. Ao término dessa campanha, já tinha mandado muitos currículos para muitas empresas, e o retorno que eu recebi foi um convite de uma fábrica de cigarro", relatou. Diante do dilema entre fé e profissão, ele procurou orientação religiosa antes de tomar uma decisão definitiva.
Segundo o pastor, a resposta veio de sua principal referência espiritual, que considerou os aspectos legais da atividade. "Rapidamente procurei o meu pastor. O meu pastor, que era a minha maior autoridade, me orientou que se a empresa fosse legalizada, tivesse constituída, carteira assinada, cumprisse ali todos os trâmites legais, que eu poderia aceitar a proposta de emprego tranquilamente, que eu não estaria incorrendo em erro nenhum", explicou. A partir disso, ele iniciou uma trajetória ascendente dentro da empresa.
Da fábrica à própria indústria: trajetória empresarial
Com o passar dos anos, Márcio Poncio destacou a evolução dentro do setor, passando por diferentes funções até alcançar cargos de liderança. "Foi o que eu fiz: aceitei aquela oportunidade de trabalho e fui avançando aos poucos. Comecei como operário, depois fui motorista, passei para vendas, me tornei vendedor, supervisor e depois gerente de vendas", afirmou. Posteriormente, decidiu investir no próprio negócio e ampliar sua atuação no mercado.
Ao final, o pai de Sarah Poncio ressaltou os resultados obtidos ao longo da jornada. "Mais tarde, abri a minha própria distribuidora e trabalhei muitos anos nela até conseguir estabelecer a nossa própria indústria, a Crive Tabacos, que está no nome da nossa família. Hoje, geramos mais de mil empregos diretos e indiretos. E é isso, espero ter ajudado". As declarações foram repercutidas pelo Metrópoles.