A influenciadora Rayane Figliuzzi, atual namorada do cantor Belo, está sendo processada por uma seguidora que teria ganho um sorteio realizado em seu Instagram e nunca recebeu o prêmio. A nutricionista Erika Cipriano de Sousa pede uma indenização de R$ 21.500 à influenciadora, valor que se divide em R$ 11.500 referentes ao valor de mercado da scooter sorteada e outros R$ 10 mil por danos morais.
Receba as principais notícias direto no WhatsApp! Inscreva-se no canal do Terra
No processo, a seguidora afirma que participou, em 04 de dezembro do ano passado, de um sorteio realizado no perfil de Rayane e cumpriu todas as regras. Mas, ao sair o resultado e ela aparecer como vencedora, a influenciadora lhe enviou uma mensagem dizendo que ela "não havia cumprido integralmente as regras do sorteio". A regra em questão seria ter curtido a publicação de anúncio do sorteio.
Na petição anexada ao processo, a qual o Terra teve acesso, a advogada de Erika inseriu um vídeo que comprova que a publicação foi curtida pela nutricionista no mesmo dia em que Rayane divulgou o sorteio. Depois de enviar a prova à influenciadora, ela teria deixado de responder às mensagens da seguidora.
O sorteio em questão prometia uma scooter elétrica, modelo GOTRIX T08, equipada com motor de 1.000W de potência, autonomia de até 60 km, velocidade máxima de 32 km/h e tempo de recarga estimado entre 6 e 7 horas.
Para ganhar o veículo, era preciso cumprir as seguintes regras: seguir os perfis @rayfigliuzzi e @gotrixoficial no Instagram, curtir a publicação do sorteio, comentar marcando o perfil de um amigo, repostar o conteúdo nos stories e marcar os patrocinadores.
O processo também pede a resposabilização da empresa Gotrix Mobilidade, marca da scooter sorteada. Antes de entrar na Justiça, a nutricionista fez uma reclamação na plataforma Reclame Aqui, ao que a empresa respondeu que a organização do sorteio competia exclusivamente à influenciadora.
O Terra pediu posicionamentos à Rayane Figliuzzi e à Gotrix Mobilidade, e aguarda os retornos. O processo será analisado pelo 1º Juizado Especial Cível da Comarca da Capital, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.