'Meu pai deixou o Egito na década de 60 por causa da perseguição religiosa': muito antes de 'The Chosen', Jonathan Roumie, Jesus na série do Prime Video, teve um testemunho de fé do pai; ator diz que Deus 'o chamou' para 'viver a liberdade'

Antes de emocionar o público na pele de Jesus em 'The Chosen', Jonathan Roumie já carregava na bagagem uma história de superação familiar impressionante

22 out 2026 - 15h26
Resumo
Muito antes de viver Jesus na série "The Chosen", Jonathan Roumie teve sua fé moldada pela história da família. Filho de mãe irlandesa e pai egípcio — que fugiu da perseguição religiosa nos anos 1960 —, o ator americano destacou suas origens durante a Marcha pelos Mártires, em Washington. Na ocasião, Roumie ressaltou o valor da liberdade religiosa conquistada por imigrantes e fez um apelo pela união entre os cristãos de diferentes denominações, incentivando a celebração conjunta da fé.
Muito antes de 'The Chosen', Jonathan Roumie, Jesus na série do Prime Video, teve um testemunho de fé do pai: 'Perseguição religiosa'.
Muito antes de 'The Chosen', Jonathan Roumie, Jesus na série do Prime Video, teve um testemunho de fé do pai: 'Perseguição religiosa'.
Foto: Divulgação, Amazon Prime Video / Purepeople

A história de Jonathan Roumie com a fé começou muito antes de ele assumir o protagonismo de 'The Chosen'. Conhecido por interpretar Jesus de Nazaré na série do Prime Video, o ator cresceu em uma família de diferentes tradições cristãs e ouviu relatos que marcaram sua relação com a religião. 

Um deles envolve o próprio pai, que deixou o Egito na década de 1960 em razão da perseguição religiosa. Jonathan Roumie é filho de mãe católica irlandesa e pai ortodoxo copta egípcio, mas, diferente de suas origens no oriente, o ator nasceu e cresceu em Nova York. Sua família se converteu ao catolicismo quando ele ainda era criança. 

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Pai de Jonathan Roumie viveu um testemunho de fé

Durante a Marcha pelos Mártires, realizada em Washington, nos Estados Unidos, o ator falou publicamente sobre a trajetória dos pais e a importância da liberdade religiosa: "Temos toda uma história de imigrantes que vieram para este país em busca de liberdade religiosa... meu próprio pai deixou o Egito na década de 60 por causa da perseguição religiosa", relembrou.

"Sou americano de primeira geração. Minha mãe também é imigrante... o fato de estarmos aqui juntos, louvando o nome de Jesus, merece uma salva de palmas. Deus o chamou aqui para celebrar conosco, para marchar conosco. Precisamos nos unir como cristãos, não brigar entre nós, interdenominacionalmente, mesmo dentro de nossas diversas igrejas. Precisamos simplesmente estar aqui, representando Deus, seguindo a Cristo, seguindo a Jesus, o Espírito Santo, e cele...

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