Adriano Mendonça, de 40 anos, morreu tragicamente em um comércio de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, durante a checagem de um elevador com defeito. O profissional perdeu o equilíbrio e caiu no fosso de uma altura de cerca de dez metros, sendo atingido em seguida pela cabine do equipamento, que despencou sobre ele. Equipes da PM, Samu e Bombeiros foram mobilizadas, mas a vítima faleceu no local. O perímetro foi isolado para perícia, e o caso segue sob investigação policial.
Uma checagem de rotina em um equipamento com defeito transformou-se em uma fatalidade chocante na cidade de Ferraz de Vasconcelos, situada na região metropolitana de São Paulo. Adriano Mendonça, de 40 anos, perdeu a vida em um estabelecimento comercial localizado na Avenida Tancredo Neves após sofrer uma queda de grande altura e ser atingido diretamente pela estrutura do elevador.
Conforme os relatos repassados por parentes e confirmados pelas forças de segurança, o drama teve início quando o sistema travou inesperadamente. Diante da falha mecânica, o profissional decidiu averiguar o problema de perto. Contudo, durante a inspeção técnica, o cenário degringolou de maneira trágica: o trabalhador acabou perdendo o equilíbrio e despencando no vão do fosso, despencando de uma altura estimada em dez metros.
Logo em seguida, a situação agravou-se de forma irreversível quando a cabine do elevador cedeu e caiu logo atrás, desabando com violência sobre a cabeça da vítima.
Atendimento de emergência e perícia
A gravidade da ocorrência exigiu uma mobilização expressiva de socorristas. Os registros oficiais apontam que a Polícia Militar foi acionada às 14h54 para prestar o primeiro suporte no endereço comercial. Simultaneamente, equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e operadores do Corpo de Bombeiros integraram a operação de socorro.
Apesar dos esforços empregados pelas equipes de resgate, os paramédicos constataram o óbito de Adriano Mendonça ainda na cena do acidente. Sendo assim, o perímetro precisou ser isolado para a realização dos exames periciais conduzidos pela polícia científica. Atualmente, os órgãos competentes seguem investigando a fundo todas as falhas e circunstâncias que propiciaram o desfecho fatal.