O conteúdo do artigo não foi inserido, constando apenas o título da matéria. A manchete antecipa a decisão do escritor Augusto Cury sobre seu apoio político em um eventual segundo turno disputado entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro. Contudo, devido à ausência do corpo do texto, não é possível detalhar qual dos dois nomes foi o escolhido nem as justificativas apresentadas pelo autor para fundamentar seu posicionamento.
O resultado do primeiro turno ainda não esfriou e Augusto Cury já vive uma pressão interna no Avante, seu partido. Lideranças que participaram de sua campanha querem que o escritor anuncie apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno contra Lula, segundo a coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles.
Cury terminou a primeira rodada em terceiro lugar, com 3.448.466 votos, equivalente a 2,89% dos votos válidos. Com a definição da disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, a cúpula do partido passou a discutir qual caminho seguir. Até a noite de domingo (4), o escritor ainda não havia comunicado aos aliados uma decisão.
O silêncio contrasta com declarações públicas que ele mesmo fez antes da votação. À época, Cury garantia que iria ao segundo turno e que não apoiaria nenhum dos dois candidatos. Sobre Flávio Bolsonaro, foi específico: disse que o senador precisaria esclarecer o caso Dark Horse e "provar que não é corrupto" para contar com seu apoio. Sobre Lula, também havia sinalizado que não o apoiaria.
Agora, pressionado pela própria legenda e diante de um resultado diferente do esperado, a posição de Cury voltou ao centro das articulações políticas — sem anúncio oficial até o momento.
Augusto Cury (Avante) afirmou neste domingo (4) que não pretende continuar na política após o resultado do 1º turno das eleições presidenciais. Sobre o 2º turno, o candidato preferiu não manifestar apoio a Lula (PT) ou Flávio Bolsonaro (PL): "Me silencio", declarou.
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— Hugo Gloss (@HugoGloss) October 5, 2026