A atriz e apresentadora Luana Piovani quebrou o silêncio após ser criticada por Felipe Heystee nas redes sociais. O influenciador detonou a posicionamento da famosa em relação ao ataque do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à Venezuela.
Em vídeo, Felipe rebateu a opinião da artista e ainda elogiou a ação americana, afirmando que o país teria sido "libertado". "A gata quer ficar discutindo por conta de petróleo. Você acha que esse povo pobre já viu a cor desse petróleo uma vez na vida?, disparou.
"Não tem coisa boa para falar, então cala sua boca. Toda vez que acontece alguma coisa para deixar o povo feliz, aparece uma desgraçada para apontar algum erro", completou o influenciador.
Afiada e sem papas na língua, Piovani compartilhou um print com uma "alfinetada" para o rapaz. "Eu amo a pessoa querendo discutir geopolítica com essa dicção de centavos", dizia a imagem. A atriz ainda acrescentou emojis de risadas.
Qual foi a opinião de Luana Piovani após ataque?
Luana Piovani, conhecida pelos seus comentários afiados, reagiu e criticou a atitude de Trump. Porém, Luana também ressaltou que não gosta do presidente venezuelano.
"O Trump sequestrou o Maduro. Como é que um presidente sequestra o outro? Que filho da p*ta esse Trump desgraçado. Eu detesto o Maduro, mas você não vai na casa dos outros e mata o dono da casa", disparou.
Lula condena ataque dos EUA à Venezuela
A reação do governo brasileiro foi imediata após a ofensiva militar dos Estados Unidos contra a Venezuela, registrada neste sábado (3). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou a ação como um rompimento grave das normas que regem as relações internacionais e manifestou preocupação com os impactos políticos e diplomáticos do episódio para a região. Segundo ele, a escalada do conflito representa um risco direto à estabilidade da América do Sul.
Em declaração pública, Lula foi enfático ao criticar a operação conduzida pelo governo norte-americano. Para o presidente, "os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável". Ele acrescentou que a iniciativa configura "uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional", reforçando a posição histórica do Brasil contra intervenções armadas.
Diante do ataque anunciado pelo presidente Donald Trump, que afirmou ter capturado Nicolás Maduro, o Palácio do Planalto convocou uma reunião emergencial com ministros para avaliar os desdobramentos políticos da crise. Lula afirmou ainda que a ofensiva representa "uma flagrante violação do direito internacional" e advertiu que esse tipo de ação abre caminho para "violência, caos e instabilidade", enfraquecendo o multilateralismo global.