A influenciadora Hariany Almeida revisitou um dos momentos mais marcantes e delicados de sua trajetória pública: a expulsão do BBB 19 após agredir sua então aliada, Paula Sperling. Em entrevista exclusiva à repórter Fernanda Sicchierolli, do portal LeoDias, durante o Arnold Sports Festival South America neste sábado (25), Hari abriu o jogo sobre superação e perdão.
Durante o bate-papo, a cunhada de Anitta comparou sua história com a de Ana Paula Renault, que também enfrentou desclassificações no BBB 16 e acabou vencendo o BBB 26. Para Hariany, o maior peso da expulsão é a dúvida sobre o favoritismo.
"Nossa, é muito louco, né? Nossa história é meio parecida mesmo, porque eu acho que tanto eu quanto ela, quando aconteceu o lance da expulsão, ficamos sem resposta sobre se realmente tínhamos chance de ganhar ou não, né? Não dá para eu afirmar que ia ganhar, como as pessoas falam, porque é uma coisa que tinha que estar ali para ver. Então, no momento em que fui convidada a me retirar do programa, me senti muito culpada, porque era meu sonho estar ali. Faltava só um dia, só precisava esperar mais um dia, estava dando tudo certo. E aí aconteceu o que aconteceu", desabafou.
O impacto do álcool e a mudança de hábitos
Hoje, com uma carreira consolidada no empreendedorismo, Hariany revelou que o episódio serviu como uma dura lição de autoconhecimento. Ela destacou que precisou modificar sua relação com a bebida para evitar novos impulsos.
"Eu tive que me perdoar e entender que as coisas acontecem da forma que têm que acontecer. Hoje, eu tomo muito mais cuidado, inclusive em relação ao álcool, como eu tinha falado para você, porque faz a gente perder a cabeça e fazer coisas que não teríamos coragem de fazer quando estamos lúcidos, né?", explicou a ex-sister.
Ela ainda pontuou que notou uma postura diferente em Ana Paula Renault nesta última edição: "Tanto é que, nessa edição agora, eu acredito que ela tenha ficado até mais tranquila em relação a beber e tudo".
O jogo e a "verdade" sob influência
Ao finalizar, Hariany deu um conselho valioso para quem entra em confinamentos desse tipo, alertando sobre como a pressão psicológica pode ser traiçoeira.
"Lá dentro é um jogo que mexe muito com a cabeça da gente, sabe? Todas as nossas qualidades e defeitos são apontados, e nem sempre a gente pode falar o que pensa. E, quando o álcool entra, a verdade sai, né? Então é melhor tomar cuidado", concluiu.