Patrícia Abravanel, apresentadora e filha de Silvio Santos, surpreendeu o público ao revelar que já viveu com um orçamento modesto durante seu primeiro casamento. Apesar da fortuna familiar, ela relatou ter morado em um apartamento pequeno de 40 metros quadrados e mantido uma rotina financeira restrita a um salário de cerca de dois mil reais. A comunicadora ressaltou que a experiência com recursos limitados foi fundamental para seu amadurecimento pessoal e visão de mundo.
Por trás do sobrenome Abravanel, existe uma história de vida que pouca gente conhece. Patrícia Abravanel, de 49 anos, filha de Silvio Santos, revelou em entrevista à revista TPM que passou por uma fase em que vivia com um salário de R$ 2 mil e morava em um apartamento de 90 metros quadrados — menor do que o quarto que tinha na casa dos pais.
"Quando casei pela primeira vez, fui morar em um apartamentico de 90 metros quadrados. Meu quarto na casa dos meus pais era maior. Mas era o que o meu marido podia bancar. E eu vivia com o meu salário, que na época era de R$ 2 mil."
A revelação surpreende porque contradiz a imagem associada ao seu nome. Mas Patrícia explica que foi justamente assim que Silvio Santos criou as filhas: sem moleza e com muito trabalho. Antes de aparecer na televisão — o que só aconteceu em 2011 —, ela passou pelos bastidores do Grupo Silvio Santos trabalhando na Jequiti Cosméticos, no projeto do hotel Jequitimar e no banco PanAmericano.
"A gente não foi educada para ser dondoca. Nunca tivemos dinheiro fácil, sempre tivemos que trabalhar. Não tinha essa de ganhar carro zero quando fizesse 18 anos."
Sobre a estreia na televisão, Patrícia contou que a vontade existia há tempos, mas o medo falava mais alto. Foi o próprio pai quem a encorajou. "Sempre existiu uma vontadezinha de ser apresentadora, mas nunca tive coragem de assumir. Até o dia em que falei e meu pai perguntou por que não fazer um teste. Fiz e me achei simpática no vídeo. Eu tinha medo da reação dele. Não achei que iria me encorajar tanto."
Hoje, Patrícia reconhece que a fase mais austera foi importante. "E quer saber? Foi a melhor coisa que ele fez. Na época eu não entendia. Hoje, acho o máximo." A experiência também moldou sua relação com o luxo. "Eu tenho. Gosto, compro e uso. Só não acho que precise de um monte de bolsas nem de um monte de relógios para ser feliz. Não sou mão de vaca, só consciente em relação ao dinheiro."
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