FAB revela novo detalhe sobre o acidente que provocou a morte de Rick Sollo em SC

A Força Aérea Brasileira (FAB) divulgou um novo detalhe sobre o acidente de helicóptero que matou Rick Sollo e outras quatro pessoas em Santa Catarina. Segundo a Aeronáutica, a aeronave voava por um espaço aéreo não controlado quando caiu em Urubici, na Serra catarinense, em 21 de setembro. A informação ajuda a reconstruir a rota, […]

4 out 2026 - 14h32
Resumo
A FAB revelou que o helicóptero que caiu em Urubici (SC), matando Rick Sollo e outras quatro pessoas, voava em espaço aéreo não controlado, prática que não configura irregularidade nem aponta a causa da queda. A aeronave seguia de Porto Belo para Criciúma e continuou o trajeto além do horário previsto de pouso, registrando o último sinal antes do impacto na mata. As investigações apuram as condições do voo sob chuva forte, vento e baixa visibilidade para determinar os fatores do acidente.

A Força Aérea Brasileira (FAB) divulgou um novo detalhe sobre o acidente de helicóptero que matou Rick Sollo e outras quatro pessoas em Santa Catarina.

Rick Sollo foi morto após um acidente de helicóptero. (Imagem: Divulgação / Montagem - RD1)
Rick Sollo foi morto após um acidente de helicóptero. (Imagem: Divulgação / Montagem - RD1)
Foto: RD1 / RD1

Segundo a Aeronáutica, a aeronave voava por um espaço aéreo não controlado quando caiu em Urubici, na Serra catarinense, em 21 de setembro.

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A informação ajuda a reconstruir a rota, mas não aponta, por si só, uma causa para a queda.

A própria FAB esclareceu que operar em uma área dessa categoria não significa irregularidade e não havia uma determinação que proibisse o helicóptero de passar pela região naquele momento.

Espaço aéreo não controlado não indica voo irregular

Nesse tipo de área, o piloto não é obrigado a manter contato permanente com um órgão de controle de tráfego aéreo.

As informações necessárias para o deslocamento podem ser repassadas pelo Serviço de Informação de Voo, que atende rotas nas quais não existe controle direto semelhante ao de áreas mais movimentadas.

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No caso do helicóptero de Rick, a FAB informou que os dados do trajeto eram disponibilizados pelo Serviço de Curitiba, ligado ao Cindacta II.

Isso incluía informações úteis sobre meteorologia, aeródromos e outras condições capazes de interferir no planejamento do voo.

Helicóptero de Rick Sollo seguiu viagem após horário previsto de pouso

O Bell 430, de prefixo PP-MGR, havia partido de Porto Belo com destino a Criciúma.

O plano de voo previa pouso às 11h24.

A aeronave, entretanto, continuou o deslocamento e teve o último sinal registrado às 11h34.

  • 10h30: decolagem de Porto Belo, em Santa Catarina;
  • 11h24: horário previsto para o pouso em Criciúma;
  • 11h34: último sinal registrado durante o trajeto;
  • 11h35: queda em uma área de mata de Urubici.

Os destroços foram encontrados posteriormente na região serrana.

Além do cantor, morreram o empresário Bruno Avelar, o videomaker Paulo Ricardo dos Santos Soares, o piloto Antônio Roberto Nóbrega de Araújo e o copiloto Leopoldo Barros Teixeira.

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Rick Sollo: chuva, vento e baixa visibilidade entram na apuração

As autoridades também analisam as condições meteorológicas observadas na Serra catarinense.

Os registros citados pela FAB indicavam chuva forte, ventos intensos e baixa visibilidade provocada pela nebulosidade.

Ainda assim, não havia uma proibição formal para sobrevoar a região.

A investigação precisa cruzar dados da aeronave, trajetória, meteorologia, operação e outros elementos antes de estabelecer fatores contribuintes.

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