Esposa de João Gomes desabafa sobre criação do filho: 'Cheguei ao ápice'

Maternidade real! Aos 24 anos, influenciadora Ary Mirelle, esposa de João Gomes, é mãe de dois meninos, frutos da relação com o cantor

7 ago 2026 - 11h49

A influenciadora Ary Mirelle usou as redes sociais para desabafar sobre o comportamento do filho primogênito, Jorge, de 2 anos. O pequeno vive a famosa "adolescência dos bebês", conhecida como terrible two. O período é marcado por buscas de independência e recusas frequentes. O menino é fruto do casamento com o cantor João Gomes.

Reprodução/Instagram
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Foto: Mais Novela

Nas redes sociais, a criadora de conteúdo compartilhou um vídeo em que o garoto aparece chorando no banheiro. Na legenda, ela desabafou sobre a exaustão emocional na rotina da maternidade.

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"Cheguei ao ápice do terrible two. Na educação positiva, a mãe respira fundo, não grita de volta e só tem que entender. Às vezes eu grito — com eles, não, comigo. 'Meu Deus! Eu vou endoidar!' Aí chego nele e falo: 'Meu amor, levante! Ajude sua mãe, mamãe chora'", explicou Ary Mirelle.

Desafios no comportamento do primogênito

A jovem também é mãe do pequeno Joaquim, de apenas 1 ano. Em seus Stories, ela detalhou como o garoto reagiu ao receber limites durante as crises.

"Faz o que quer. Quando eu não deixo ele fazer alguma coisa, ele olha para mim com o olho maior do mundo, grita e aperta a pessoa que está perto dele. Eu sou firme até demais com a minha criança, mas é a fase. Ele entende o 'não'. Chora, mas não faz. Ele se joga no chão, se bate, bate a cabeça, grita comigo e me chama até de Aryane!", revelou.

Esposa de João Gomes busca equilíbrio na criação dos filhos

Vale lembrar que a maternidade exige firmeza constante para não validar os momentos de birra. Contudo, a influenciadora busca manter a paciência no cotidiano.

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"Estou aprendendo, conhecendo, e vou passar de novo com Quinquinho. Eu tenho que saber lidar e conduzir a situação, até para o meu próprio bem. Às vezes eu falo 'será que enlouqueço? Meu Deus, não deixa'. A pessoa tem que estar com a terapia em dia", opinou.

"Não falo brincando nem rindo. Às vezes a gente vira para rir, mas depois volta [a ficar séria]. Ele escuta, entende e sabe que está errado, mesmo fazendo birra. Tem dias em que fico com eles sozinha, sem babá. A mãe tem que pedir ajuda a Deus o tempo inteiro", concluiu.

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