A saúde de Marcos Oliveira, conhecido nacionalmente por interpretar o personagem Beiçola em A Grande Família, voltou a preocupar fãs e amigos. Aos 70 anos, o ator foi hospitalizado na última terça-feira (30) após apresentar uma infecção na região do períneo. Inicialmente atendido no Hospital das Clínicas de Jacarepaguá, ele foi posteriormente transferido para o Hospital São Lucas Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, onde permanece sob acompanhamento médico. Segundo informações divulgadas pela coluna de Ancelmo Gois, no jornal O Globo, o artista aguarda os resultados de exames que definirão se será necessário realizar um novo procedimento cirúrgico.
Os problemas de saúde de Marcos Oliveira não são recentes. Em 2022, o ator passou por uma delicada cirurgia urológica para tratar uma fístula uretral e, desde então, utiliza uma bolsa de colostomia ligada ao abdômen, dispositivo que auxilia no funcionamento intestinal. Nos últimos anos, sua condição exigiu acompanhamento constante e diferentes tratamentos médicos. Em maio deste ano, ele também foi submetido a uma operação para corrigir uma hérnia, consequência do enfraquecimento da musculatura abdominal ao redor do estoma.
Amiga detalha histórico de saúde do ator
Em entrevista, a amiga do artista, Rose Scalco, explicou que a hérnia vinha se agravando há bastante tempo em razão do uso contínuo da bolsa de colostomia. "O Marcos já tem a hérnia há alguns anos, porque, desde que começou a usar a bolsa de colostomia, foi fragilizando a região ao redor [do estoma]", afirmou. Ela acrescentou ainda: "Isso foi piorando com o passar do tempo. O médico me explicou hoje que a parede muscular dele já está mais fragilizada, mas ele fez o ajuste que podia, deu uma reforçada na parede muscular, onde ele utiliza a bolsa".
Ainda de acordo com Rose Scalco, a cirurgia havia sido adiada anteriormente porque o estado geral de saúde do ator inspirava cautela. "Essa hérnia já estava antiga e ele estava querendo fazer a operação, e depois mudou de plano. O risco cirúrgico antes não estava legal por ele ter outras comorbidades, mas agora ele pôde fazer. Quando foi aprovado o risco cirúrgico, ele estava aguardando a aprovação da cirurgia pelo plano", explicou.