A relação entre Mara Maravilha e momentos marcantes de sua trajetória profissional voltou a chamar atenção. A apresentadora decidiu colocar à venda algumas peças que fizeram parte de sua carreira na televisão, incluindo figurinos utilizados durante a fase em que comandava o Show Maravilha, no SBT, nos anos 1990. A iniciativa surgiu justamente enquanto a artista tem protagonizado declarações públicas envolvendo Xuxa Meneghel, reacendendo discussões sobre sua trajetória e o reconhecimento que recebeu ao longo dos anos.
Entre os itens anunciados estão um conjunto preto e branco acompanhado de cartola e botas, inspirado em um piano, além de um body branco trabalhado com rendas, pedrarias e franjas. As peças foram utilizadas por Mara em 1993 e agora ganharam um novo significado ao serem oferecidas aos admiradores. Ao apresentar os figurinos, ela escreveu: "É isso! Não Pode Parar… essa história não pode parar, e você pode continuar contando ela, tendo um pedacinho dela em suas mãos". Em outra publicação, a apresentadora declarou: "Contra fatos não há argumentos! MARAVILHA É SHOW SEMPRE! O perfeito contador de histórias é o tempo!"
Reações e o debate sobre seu legado
A decisão, porém, não passou despercebida pelos seguidores. Algumas pessoas demonstraram nostalgia, enquanto outras fizeram comparações com Xuxa e questionaram a escolha de vender peças antigas. Comentários como "Tá se achando Xuxa" e "Ela tá vendendo figurino daquela época?!! Não to entendendo" apareceram entre as manifestações. Também houve críticas mais duras, como a de um internauta que afirmou: "Ninguém apaga sua história, mas você deu as costas para o seu legado e para o seu público".
O assunto ganhou ainda mais repercussão após Mara Maravilha falar novamente sobre Xuxa Meneghel. Em entrevista ao colunista Andrei Lara, do jornal O Dia, ela comentou o episódio envolvendo Xuxa, Angélica e Eliana no Criança Esperança, em 2023. Segundo a artista, sua ausência daquele contexto estaria relacionada ao padrão das apresentadoras loiras. "A minha ausência faz muito sucesso. Ponto", afirmou. Ela também ampliou a discussão para o preconceito: "Eu não sou a primeira nem a última que vive preconceitos".