Leonina de 15 de agosto, Choupette debutou. A gata birmanesa mais famosa do planeta agora é uma ‘mocinha’.
O presente que mais queria ganhar não veio: a liberação da herança de seu dono, Karl Lagerfeld.
Ao morrer, em fevereiro de 2019, o estilista alemão deixou parte da fortuna para a felina.
“Ela é o centro do meu mundo”, justificou.
Desde então, o testamento sofre contestações na Justiça.
Solteiro, sem filhos e de temperamento repelente, Lagerfeld indicou como beneficiários um ex-assistente, um afilhado e dois belos modelos, além de Choupette.
Os sobrinhos ficaram de fora e recorreram aos tribunais para questionar a sanidade do parente famoso ao assinar o documento.
Estimado em 300 milhões de dólares (R$ 1,5 bilhão), o patrimônio do estilista está intocável nos bancos.
Enquanto o dinheiro não vem, mademoiselle Choupette vive com uma cuidadora e ‘trabalha’ como pet influencer.
Uma agência de talentos cuida de sua, digamos, carreira.
A gata francesa recebe cachês por postagens comerciais e campanhas publicitárias.
Na escala de idade dos gatos, a órfã Choupette já é uma idosa.
Um birmanês raramente chega aos 20 anos.
(Em tempo: Choupette não é chupeta; e sim ‘queridinha’ em francês.)