Carol Nakamura está pronta para brilhar como musa do Salgueiro no Carnaval 2026, mas o que tem despertado a curiosidade do público é o seu novo status de relacionamento. Em entrevista ao colunista Lucas Pasin, no Camarote Arpoador, a atriz e bailarina refletiu sobre sua vida amorosa e os desafios de estar "pista" pela primeira vez em muito tempo.
O primeiro Carnaval solteira
A separação de Guilherme Leonel, anunciada no ano passado após um relacionamento marcado por polêmicas e acusações de crises emocionais por parte do ex-marido, trouxe uma nova perspectiva para a vida de Carol. Acostumada a emendar namoros e casamentos, ela admite que a experiência de curtir a folia sozinha é uma novidade.
"Separei já vai fazer um ano. Mas é uma novidade para mim. Sempre fui uma pessoa de namorar, casar. Que eu me lembro, é o primeiro Carnaval que estou solteira", declarou. Apesar do novo status, ela afirma que sua rotina na Sapucaí continua intensa: "Não estou vendo grandes diferenças, estou sempre trabalhando e curtindo de uma forma mais profissional".
Flertes digitais e a "timidez" dos pretendentes
Questionada sobre como está o assédio, Nakamura revelou que a maioria das investidas fica restrita ao campo virtual. Para ela, existe uma barreira entre o que acontece no Instagram e o contato cara a cara.
"Nas redes sociais os flertes acontecem muito mais do que pessoalmente. Não sei se as pessoas se assustam, têm medo ou são tímidas. Mas não é isso tudo", relatou a musa, minimizando a fama de "inalcançável".
O que Carol busca em um novo amor?
Mesmo sem pressa para engatar um novo compromisso, a bailarina já sabe exatamente o que espera de um futuro parceiro. Para ela, a evolução pessoal e o bom humor são itens indispensáveis em qualquer relação — seja ela amorosa ou de amizade.
"Gosto de gente com bom humor, gente que sabe o que quer e que acrescente na minha vida. A gente está aqui para evoluir. Então, se conseguir agregar na minha vida…", concluiu.
Pressão e maturidade no Salgueiro
Além da vida amorosa, Carol comentou sobre a cobrança por sua performance na Avenida devido à sua formação em balé clássico. Aos 43 anos, ela afirma que lida melhor com as comparações do que no passado e que seu foco atual é a felicidade, não a perfeição técnica.