Bianca Andrade revela que fez terapia para lidar com a guarda compartilhada do filho

Influenciadora Bianca Andrade abre o coração sobre a rotina com o filho, Cris, e revela desafios da guarda compartilhada

6 fev 2026 - 21h05

Bianca Andrade, a Boca Rosa, decidiu quebrar o tabu sobre um dos temas mais sensíveis da maternidade pós-separação: a guarda compartilhada. Em entrevista ao podcast "Verão Delas", a influenciadora revelou que a transição para o modelo de "uma semana com cada um" não foi simples e exigiu muito suporte emocional para enfrentar a culpa e as pressões sociais.

Bianca Andrade e filho, Cris
Bianca Andrade e filho, Cris
Foto: Reprodução/ Instagram / Contigo

O medo da distância e o peso do julgamento

A sugestão de dividir o tempo igualmente partiu de Fred Bruno logo após o término, em 2022, quando Cris tinha apenas 8 meses. Para Bianca, a ideia de ficar longe do bebê por sete dias seguidos parecia, inicialmente, impossível e assustadora. "No começo eu ficava assim: 'como uma mãe vai ficar longe de um bebê de 8 meses por uma semana?'. Tive que tratar isso na terapia", revelou.

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A empresária admitiu que o medo de ser julgada pela sociedade como uma "mãe ausente" foi um dos maiores obstáculos. "Claro que eu tô com medo de julgamento externo... A primeira vez eu falei: 'ai, gente, o que eu faço agora sem ele?'", relembrou sobre o sentimento de vazio.

Mudança de perspectiva: "Privilégio de um pai presente"

O ponto de virada veio com o auxílio profissional, que ajudou Bianca a enxergar a situação por outro ângulo. Em vez de focar na ausência, ela passou a valorizar a postura de Fred na criação do filho.

"Meu filho tem um pai presente, o que é muito raro. Um pai que não quer ser só de final de semana, quer ser pai que cria. Então meu filho vai ter esse privilégio", destacou a influenciadora, celebrando a maturidade da relação entre os dois.

Acordo "de outro planeta" e prioridade total

Hoje, Bianca define sua relação com o ex-parceiro como extremamente saudável. A flexibilidade é a palavra de ordem para que a rotina funcione sem traumas para a criança. "Tenho uma relação com o Bruno de outro planeta. O Cris é sempre a prioridade. 'Bruno, você pode ficar com ele esse dia?'. Ele fala: 'Bia, pode', e vice-versa", explicou.

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Bianca foi enfática ao dizer que, embora seja independente de relacionamentos amorosos, sua conexão com o filho é sua maior força: "Eu não tenho dependência com homem nenhum, eu tenho dependência emocional com o meu filho".

Cris como porto seguro

Apesar de ter enfrentado desafios gigantescos na vida — desde a origem na favela até polêmicas na carreira e no empreendedorismo —, Bianca faz questão de tirar o peso da maternidade. Para ela, o filho não é um fardo ou um desafio, mas sim a "leveza" que equilibra sua trajetória pública intensa.

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