A Justiça rejeitou o pedido da empresa WT Administração de Imóveis e do advogado Willer Tomaz para censurar publicações de Richarlison sobre a disputa de uma mansão em Angra dos Reis. Embora garanta a liberdade de expressão do atleta, que alega prejuízo de R$ 10 milhões, a decisão favorável não devolve a posse do imóvel nem encerra a briga patrimonial, que tramita em processo separado.
Richarlison voltou ao centro de uma disputa judicial envolvendo uma mansão na Ilha Comprida, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Nesta quinta-feira (29), ganhou destaque uma decisão favorável ao jogador: a Justiça negou um pedido feito pela empresa WT Administração de Imóveis e Bens S/A e pelo advogado Willer Tomaz para retirar publicações do atleta nas redes sociais e impedir que ele voltasse a falar sobre o assunto.
Mas é importante entender que essa decisão não devolveu a mansão a Richarlison nem alterou o resultado da disputa pelos direitos de ocupação do imóvel! São processos diferentes.
Na ação sobre as publicações, o jogador conseguiu barrar uma tentativa de restringir sua liberdade de expressão. Já na disputa patrimonial, a empresa ligada ao seu antigo empresário teve decisões desfavoráveis e desistiu de continuar a reivindicação no Superior Tribunal de Justiça (STJ), em 2025. Eita! Vamos aos detalhes.
Justiça não proibiu Richarlison de falar sobre a ilha
A ação contra o jogador foi apresentada por Willer Tomaz e pela WT Administração de Imóveis e Bens S/A em julho de 2026. Os dois alegaram que Richarlison havia feito declarações falsas sobre a negociação da mansão e pediram que ele apagasse publicações relacionadas ao caso. Também queriam impedir novas manifestações do atleta sobre o assunto.
Em 13 de agosto, o juiz Giordano Resende Costa, da 4ª Vara Cível de Brasília, negou o pedido de urgência. Na decisão, considerou que não havia publicações disponíveis para remoção...
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