Após alegar prejuízo de R$ 10 milhões com mansão em Angra, Richarlison consegue decisão favorável na Justiça, mas não recupera imóvel

A mansão na Ilha Comprida, em Angra dos Reis, está no centro de uma disputa que envolve o jogador, um advogado e empresas com históricos diferentes sobre a ocupação do imóvel

29 out 2026 - 23h47
Resumo
A Justiça rejeitou o pedido da empresa WT Administração de Imóveis e do advogado Willer Tomaz para censurar publicações de Richarlison sobre a disputa de uma mansão em Angra dos Reis. Embora garanta a liberdade de expressão do atleta, que alega prejuízo de R$ 10 milhões, a decisão favorável não devolve a posse do imóvel nem encerra a briga patrimonial, que tramita em processo separado.
Após alegar prejuízo de R$ 10 milhões com mansão em Angra, Richarlison consegue decisão favorável na Justiça, mas não recupera imóvel.
Após alegar prejuízo de R$ 10 milhões com mansão em Angra, Richarlison consegue decisão favorável na Justiça, mas não recupera imóvel.
Foto: Getty Images / Purepeople

Richarlison voltou ao centro de uma disputa judicial envolvendo uma mansão na Ilha Comprida, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Nesta quinta-feira (29), ganhou destaque uma decisão favorável ao jogador: a Justiça negou um pedido feito pela empresa WT Administração de Imóveis e Bens S/A e pelo advogado Willer Tomaz para retirar publicações do atleta nas redes sociais e impedir que ele voltasse a falar sobre o assunto.

Mas é importante entender que essa decisão não devolveu a mansão a Richarlison nem alterou o resultado da disputa pelos direitos de ocupação do imóvel! São processos diferentes. 

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Na ação sobre as publicações, o jogador conseguiu barrar uma tentativa de restringir sua liberdade de expressão. Já na disputa patrimonial, a empresa ligada ao seu antigo empresário teve decisões desfavoráveis e desistiu de continuar a reivindicação no Superior Tribunal de Justiça (STJ), em 2025. Eita! Vamos aos detalhes.

Justiça não proibiu Richarlison de falar sobre a ilha

A ação contra o jogador foi apresentada por Willer Tomaz e pela WT Administração de Imóveis e Bens S/A em julho de 2026. Os dois alegaram que Richarlison havia feito declarações falsas sobre a negociação da mansão e pediram que ele apagasse publicações relacionadas ao caso. Também queriam impedir novas manifestações do atleta sobre o assunto.

Em 13 de agosto, o juiz Giordano Resende Costa, da 4ª Vara Cível de Brasília, negou o pedido de urgência. Na decisão, considerou que não havia publicações disponíveis para remoção...

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