Ana Maria Braga revelou que passou por um aborto no passado. A apresentadora contou que tomou a decisão de interromper a gravidez em uma época em que ainda não era estável financeiramente e disse que não se arrepende, apesar de ter sido uma experiência difícil. Ela também defendeu a legalização do aborto no Brasil.
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"Nunca falei disso, mas, sim, fiz e foi péssimo. Não recomendo. Embora não fosse muito nova, naquele momento da vida ainda nem conseguia me sustentar direito e achava que não tinha outro caminho. Não guardo culpa", disse a apresentadora em entrevista à revista Veja.
Ana Maria também defendeu que o aborto seja legalizado no Brasil. "A decisão deve sempre ser da mulher. Ela é quem sabe do próprio corpo. Sou defensora da liberdade individual. É a mulher, com a consciência dela, que deve decidir o que fazer com o ser que está gerando."
De acordo com a legislação atual, a interrupção da gravidez no Brasil é permitida em casos de estupro, estupro de vulnerável, quando há risco à vida da gestante e em caso de anencefalia fetal.
Outro assunto abordado por Ana Maria foi o pedido de medida protetiva da filha da apresentadora, Mariana Maffeis, contra o ex-marido Badarik González. A global negou ter presenciado alguma situação entre a filha e o então genro que lhe tenha causado incômodo.
"Na minha relação com meus dois filhos, sempre disse e eles sabem: cada um é responsável por seus atos. Não sou de interferir. Aquela não é minha casa, não é minha vida. As decisões sobre como ela lida com o marido, com os filhos, são dela. Não me cabe palpitar", disse.