O filme "Assalto à Brasileira", dirigido por José Eduardo Belmonte, estreou nos cinemas retratando o caso real de 1987 em que criminosos fizeram cerca de 300 reféns em um banco no Paraná, gerando uma inusitada simpatia entre as vítimas. Estrelado por Murilo Benício, Christian Malheiros e Robson Nunes, o longa destaca a intensa preparação de Benício, que, sem contato direto com sua contraparte real, baseou a caracterização de seu personagem em fotos, documentos e reportagens da época.
Assalto À Brasileira acaba de chegar aos cinemas brasileiros com uma história que, embora pareça ficção, faz parte da história real do nosso país. Em 1987, um grupo de assaltantes fez cerca de 300 vítimas em uma agência bancária paranaense, tornando-se um dos crimes mais populares do Brasil. Não obstante aos números impressionantes, as pessoas que foram feitas de reféns acabaram se afeiçoando aos criminosos - e temos aqui um ótimo enredo cinematográfico.
Formado por um time de ótimas estrelas, o elenco é liderado por Murilo Benício, Christian Malheiros e Robson Nunes. Quem comanda a trupe de atores é José Eduardo Belmonte, cineasta conhecido pelo recente Justino e por entradas como Alemão e Uma Família Feliz.
Em entrevista ao AdoroCinema, o eterno Tufão comentou sobre as curiosidades levadas ao set, incluindo a forma como construiu o seu personagem e colocou uma prática em risco pelo bem da magia do cinema.
A construção do personagem de Murilo Benício em Assalto À Brasileira
Durante o papo, Murilo comentou que não teve acesso ao Paulo da vida real, mas esteve próximo de fotos, documentos e matérias da época. Sua interpretação e caracterização veio através desses registros. "Eu vi uma foto dele meio suado em uma redação, de camisa aberta, e achei aquilo interessante", explicou ele antes de…