Após 15 anos de espera, a animação em stop-motion "O Bosque Selvagem" estreia nos cinemas brasileiros, marcando o retorno triunfal da Laika Studios e consolidando-se como forte aposta para o Oscar 2027. Com produção minuciosa ao longo de 231 semanas, a obra de fantasia contou com o talento do artista mineiro Thiago Calçado na equipe de bastidores desde os testes iniciais, participando ativamente da criação dos milhares de planos artesanais que dão vida à megalomaníaca e detalhada narrativa visual.
Na próxima semana, um dos filmes mais esperados de 2026 chega aos cinemas brasileiros. O Bosque Selvagem marca o retorno da Laika Studios aos holofotes após 7 anos e um dos maiores investimentos da história da empresa, uma das poucas que segue invicta em trazer a arte do stop-motion às telonas de todo o mundo.
Este novo filme ficou mais de 15 anos no forno: foi anunciado em meados de 2011 e começou a ser desenvolvido ativamente em 2019. Essa trajetória tem um gostinho especial aos brasileiros pela presença do artista Thiago Calçado nos bastidores do projeto. O artista está entre os profissionais que passaram 231 semanas realizando, com suas próprias mãos, os 2.804 planos que deram vida à animação.
Um brasileiro no maior estúdio de animação stop-motion do mundo
De Uberaba, em Minas Gerais, Thiago fez parte de O Bosque Selvagem desde o início. "Comecei nos testes de O Bosque Selvagem. Estava lá quando começaram a testar os esqueletos e os bonecos. Ver um filme nascendo do zero é muito emocionante. Na LAIKA, você começa no que a gente chama de test unit, um mini set onde testamos os bonecos, e de repente, quando você vê, são sets imensos de uma cidade completa, com vários personagens", conta ele em comunicado à imprensa.
Para ele, o que define o estúdio é o nível de cuidado. "Você ped…
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