O príncipe Harry e sua esposa Meghan estariam se mudando para o Reino Unido com seus dois filhos para se manter próximos do rei Charles III, que enfrenta um câncer há dois anos, e também devido à boa reputação das escolas britânicas.
É o que aponta a imprensa do Reino Unido nesta quinta-feira (20), um dia após ter informado sobre o retorno repentino dos duques de Sussex a Londres, que deve ocorrer até o fim deste mês.
Embora o Palácio de Buckingham não tenha emitido uma nota oficial, há relatos de que o monarca estaria "naturalmente feliz" com a perspectiva de ver seus familiares com mais frequência.
No entanto, tabloides críticos de Harry e Meghan, como o Daily Mail, alegam que a decisão de voltar ao Reino Unido se deve a uma "admissão implícita do fracasso de sua empreitada na Califórnia", citando a não renovação do contrato financeiro com o Spotify e a redução do escopo do acordo com a Netflix - em ambos os casos, havia um acordo para a produção de séries, que acabaram sendo um "fiasco".
Em 2020, o filho caçula de Charles III rompeu relações com a família real e se transferiu com Meghan e com o primogênito do casal, Archie, para os Estados Unidos, onde nasceu Lilibet.
Em julho, os duques de Sussex foram com os filhos visitar o monarca, marcando o grande passo definitivo para uma reconciliação.
O primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, comentou nesta quinta sobre o retorno de Harry e Meghan ao Reino Unido e descreveu a questão da segurança do casal no país como um "assunto privado".
A proteção policial havia sido negada ao príncipe depois de seu afastamento das questões reais, mas a decisão está sendo reavaliada por um comitê governamental específico - ainda que a revisão diga respeito às visitas de Harry e sua família ao Reino Unido, e não à possibilidade de seu retorno definitivo.
Burnham também desejou "tudo de bom" aos duques de Sussex.