Basta observar a área de check-in de qualquer aeroporto para constatar que são muitos aqueles que amarram fitas, lenços ou cordões às malas para diferenciá-las na hora de recuperar a bagagem. Um lenço de cores chamativas. Uma pulseira velha. Um laço com um nome. Não importa. A ideia é podermos distinguir claramente nossa mala entre as dos demais passageiros. Marcá-la de forma inconfundível para que, assim que ela aparecer na esteira transportadora, saibamos que é a nossa.
Acontece que não é uma ideia tão boa quanto parece. E o mais curioso é que são os próprios funcionários dos aeroportos que dizem isso.
O alerta foi feito em 2024 por John, responsável pela bagagem no aeroporto de Dublin, uma enorme infraestrutura pela qual passam todos os anos dezenas de milhões de passageiros. Em declarações à revista irlandesa RSVP Magazine, o funcionário do aeroporto disse que, pelo menos em alguns casos, os sinais que usamos para diferenciar nossa bagagem despachada complicam o trabalho de controle.
"As fitas que as pessoas amarram às suas malas para ajudar a identificá-las podem causar problemas ao serem escaneadas na área de bagagem", explica o funcionário. "Se não for possível escanear a mala automaticamente, ela pode acabar em um processamento manual, o que pode significar que não chegue ao voo". Resultado? Um truque que busca agilizar a viagem acaba se transformando justamente no contrário: um grande problema.
E não para por aí
Esse não é o único conselho dado pelo funcionário do ...
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