Smart glasses entram na mira dos cruzeiros: por que óculos inteligentes estão sendo barrados a bordo

Ray-Ban Meta, Apple Vision Pro e outros estão na mira de empresas

17 dez 2025 - 15h52
(atualizado em 18/12/2025 às 18h39)
Foto: Xataka

Os óculos inteligentes, como o popular Ray-Ban Meta, tornaram-se ferramentas práticas para registrar o cotidiano sem precisar de um celular nas mãos. No entanto, o crescimento dessa tecnologia encontrou uma barreira significativa no setor de turismo: a MSC Cruzeiros, uma das maiores operadoras do mundo, proibiu o uso desses dispositivos em todas as áreas públicas de seus navios.

A medida, que já está em vigor, visa impedir que passageiros e tripulantes sejam gravados de forma discreta ou secreta. Segundo a companhia, a restrição inclui qualquer item "capaz de gravar ou transmitir dados de forma encoberta", o que abrange desde óculos com câmeras até dispositivos de realidade aumentada, como o Apple Vision Pro.

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Onde o uso é proibido?

A política da MSC é rígida quanto aos espaços de convivência. Os passageiros não podem utilizar os óculos inteligentes em:

  • Salas de jantar e restaurantes.
  • Áreas de piscina e lounges.
  • Teatros e espaços de entretenimento.

Os dispositivos podem ser levados a bordo, mas devem permanecer guardados em suas capas ou bolsas enquanto o hóspede estiver fora de sua cabine privada — o único local do navio onde o uso é permitido sem restrições. Caso as regras sejam desrespeitadas, a tripulação tem autoridade para confiscar o aparelho, devolvendo-o apenas no final da viagem.

Privacidade vs. inovação: o dilema das companhias

A grande preocupação da MSC é que, embora a maioria dos óculos inteligentes possua um LED indicador de gravação, esses sinais podem passar ...

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