Problema para os EUA? Em 10 anos, China aumenta sua produção militar e fica perto de atingir autossuficiência

De cliente a gigante: como a China conseguiu construir seu próprio império militar

31 mar 2026 - 15h12
(atualizado às 17h12)
Foto: Xataka

Embora a guerra que domine as manchetes seja o conflito entre EUA, Israel e Irã, a geopolítica mundial está tão delicada que diversos países estão se rearmando. A China chega a este momento em uma posição quase imbatível: o exército de seu grande rival depende cada vez mais dela e, além disso, está a um suspiro de ser autossuficiente.

O documento "Tendências nas transferências internacionais de armas, 2025", publicado há alguns dias pelo Instituto Internacional de Pesquisa para a Paz de Estocolmo, reúne as tendências, mudanças e principais atores do comércio mundial de armas pesadas entre os períodos 2016-20 e 2021-25 e deixa claro algo: em armamentos, a China faz tudo sozinha.

Publicidade

A mudança da China

Enquanto o volume global de transferências de armas cresceu 9,2% no período 2021-25, a China se manteve como a quinta maior exportadora do mundo (com 5,6% da participação global). Mas sua forma de interagir com o mercado mudou radicalmente: agora vende mais e compra muito menos.

Há 10 anos, a China era a quinta maior importadora de armas do mundo. Hoje, mal aparece na 21ª posição: saiu do top 10 pela primeira vez desde 1991. Não é que tenha se desarmado, muito pelo contrário. Na verdade, está produzindo caças como se não houvesse amanhã e já superou os EUA na produção de submarinos nucleares. O que acontece é que já não precisa comprar fora aquilo que fabrica em casa.

A China já é a segunda potência militar do mundo em gastos (segundo o Instituto Internacional de Estudos ...

Veja mais

Publicidade

Matérias relacionadas

Pelo bem da sua saúde livre-se dos inseticidas perigosos e tenha estas 5 plantas que funcionam como o escudo perfeito contra mosquitos

Na Stellantis, dirigir o carro errado para o trabalho pode resultar em multa

O fim do mundo já tem data marcada e segundo a NASA não vai ser do jeito que você imagina

Novo ranking de preços: como o desconto de R$ 13.500 no Fiat Mobi altera o mercado de carros populares

A guerra dos carros elétricos muda de endereço: o plano oficial da BYD para transformar o Brasil no seu novo polo global de exportação

TAGS
Curtiu? Fique por dentro das principais notícias através do nosso ZAP
Inscreva-se