O pesadelo do Pentágono: 15 anos depois, atirador de Bin Laden rompe o anonimato com um arrependimento e ideia assustadora para a população dos EUA

Ex-integrante da operação que eliminou o líder da Al-Qaeda expõe arrependimento e defende medida controversa

6 mai 2026 - 18h45
Bin Laden 1
Bin Laden 1
Foto: Reprodução/Internet / Xataka

Quinze anos após a operação que matou Osama bin Laden, um dos militares que participaram da ação voltou a público com um relato. O ex-Navy SEAL Robert O'Neill afirmou que ainda carrega o peso da operação — e revelou que gostaria que o desfecho da missão tivesse sido diferente.

Em entrevistas recentes ao New York Post e participações no documentário American Manhunt: Osama bin Laden, o ex-militar expôs uma posição controversa: para ele, o corpo de bin Laden deveria ter sido exibido publicamente nos Estados Unidos.

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Operação que matou Bin Laden e o arrependimento sobre o desfecho

A chamada Operação Neptune Spear foi realizada na noite de 1º de maio de 2011 por integrantes da elite da Marinha americana, o SEAL Team Six. O objetivo era capturar ou eliminar o líder da al-Qaeda, responsável por coordenar ataques que deixaram quase 3 mil mortos nos Estados Unidos.

Segundo O'Neill, a operação foi rápida — cerca de nove minutos — e terminou com a morte de bin Laden dentro de um quarto no complexo onde se escondia. O militar afirma que estava a menos de um metro do alvo quando atirou.

"Eu o reconheci na hora. Fiquei impressionado com o quanto ele era magro", contou. "Nós atiramos duas vezes na cabeça imediatamente. Eu atirei nele duas vezes e atirei de novo com meu H&K 416. Ele caiu aos pés da cama".

Apesar de considerar a missão um sucesso, o ex-SEAL afirma que carrega um arrependimento até hoje: o destino dado ao corpo do líder terrorista. Após a operação, o governo dos EUA ...

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