Com US$ 14 mil (cerca de R$ 71 mil), você pode cobrir algumas despesas, tirar um ano sabático para viajar pelo mundo ou investir naquele negócio que você vem pensando há anos. O que você não vai conseguir é unir dois sul-coreanos para se casarem, formarem uma família e terem filhos para ajudar o país a sair da profunda crise de natalidade em que está mergulhado há anos. Sabemos disso porque algumas administrações na Coreia já abriram os cofres e chegaram a esses valores em seus esforços para bancar o cupido. Tudo sem sucesso.
Além disso, esse esforço do governo para incentivar relacionamentos está tendo um efeito peculiar: transformou a solteirice em um verdadeiro negócio.
Uma questão de amor... e dinheiro
Em sua busca para superar a crise demográfica que assola a Coreia do Sul há algum tempo, o país não hesitou em gastar generosamente. O raciocínio é simples: se a taxa de natalidade pode ser impulsionada com dinheiro, o governo está preparado para fornecê-lo. Nos últimos meses, as autoridades do país propuseram a distribuição de substanciais "bônus para bebês" aos cidadãos, oferecendo incentivos fiscais para famílias com filhos, estendendo a licença parental e até mesmo garantindo às novas mães acesso a alimentos gourmet.
Outra estratégia importante do país tem sido ajudar os jovens a encontrar relacionamentos. Isso envolveu a criação de programas de namoro especificamente voltados para ajudar solteiros a encontrar o amor, além de facilitar o processo financeiramente, oferecendo...
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