Ducati à venda. Motivo, aqui.
Lamborghini à venda. Motivo, aqui.
Esses são os avisos que podem estar pendurados na porta da sede do Grupo Volkswagen em Wolfsburg, Alemanha. Pelo menos é o que afirma o Financial Times, alegando que bancos de investimento estão pressionando o conglomerado automotivo a se desfazer de dois de seus ativos mais prestigiosos.
A empresa anunciou há alguns dias que está considerando demitir 100 mil funcionários. Esse alerta segue outra ameaça, desta vez de dezembro de 2024. Na época, a empresa já afirmava estar imersa em um processo de reestruturação massivo porque, segundo seus executivos, era "essencial para a sobrevivência". O resultado foi uma ameaça inicial: 35 mil demissões.
Essa promoção de demissões voluntárias (que posteriormente subiu para 50 mil funcionários) para evitar o fechamento de fábricas foi esquecida. Pelo menos é o que a revista Manager Magazine noticiou há poucos dias. Eles afirmam que os números não batem e que será necessário aumentar o número de demissões para 100 mil funcionários.
Nas discussões em torno disso, surgiu outra ideia: vender empresas que são referências de qualidade e boas práticas dentro do Grupo Volkswagen. O Financial Times explica, e outros veículos da mídia alemã, como a Auto Motor und Sport, noticiam, que bancos de investimento já estão pressionando a administração da Volkswagen para reduzir seu portfólio.
E os alvos são claros: Ducati e Lamborghini.
Para entender por que Lamborghini e Ducati estão no centro das ...
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