O exercício físico pode até ser prescrito como um medicamento em consultórios médicos, mesmo que não venha na forma de um comprimido simples. Isso porque as evidências científicas comprovam que o exercício pode prevenir diversas doenças crônicas e até mesmo contribuir para uma velhice saudável. Mas, por trás disso, há também um lado negativo por trás de fazer exercício físico.
Efeitos colaterais
Se aceitarmos o exercício como um medicamento, também devemos aceitar que todo medicamento tem uma bula, dosagens específicas e, claro, efeitos adversos.
Por isso, como sociedade, temos o problema de termos começado a vender "exercício" de forma genérica, ignorando as letras miúdas, como reconhece a própria Fundação Espanhola do Coração. E existe uma solução muito simples: personalizar os exercícios físicos para cada paciente.
O problema da metáfora
O slogan "exercício como remédio" é, sem dúvida, uma excelente campanha de marketing no mundo da saúde pública, mas, para a ciência, apresenta diversas questões importantes. Como apontam diversos estudos científicos, o exercício não age como um medicamento tradicional, pois não produz uma resposta previsível no paciente como um comprimido. Isso significa que devemos sempre lembrar que o efeito pode ser muito diferente para cada pessoa.
Portanto, ao chamarmos o exercício de medicamento, podemos obscurecer a diversidade de respostas individuais. Não existe uma "pílula mágica" universal para agachamentos, já que esse exercício pode ser muito ...
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