Subestimar a inteligência de uma criança é um erro que muita gente comete. O caso da mexicana Adhara Pérez Sánchez é o exemplo perfeito de como esse tipo de julgamento pode estar bem longe da realidade. Diagnosticada com transtorno do espectro autista (TEA) aos três anos, ela enfrentou dificuldades de adaptação na escola e precisou trocar de instituição diversas vezes por falta de inclusão. Hoje, aos 14 anos, ela já concluiu duas graduações e um mestrado. Contudo, para a jovem prodígio Adhara, essas conquistas representam apenas o começo: seu grande objetivo é participar da colonização de Marte
Jovem prodígio sofria bullying no colégio antes de se tornar referência na ciência e tecnologia
Adhara Maite Pérez Sánchez não é uma pré-adolescente comum. Com um QI elevado estimado em 162, índice superior ao atribuído a Albert Einstein e Stephen Hawking, a jovem mexicana construiu uma trajetória acadêmica totalmente fora do comum. Com apenas 11 anos, ela já havia concluído o ensino médio, se formado em Engenharia de Sistemas e Engenharia Industrial e iniciado um mestrado, enquanto alimentava um sonho de trabalhar na exploração espacial e, um dia, ajudar a colonizar Marte.
Contudo, não pense que o caminho de Adhara foi fácil. Depois de receber o diagnóstico de autismo ainda na infância, a jovem viu sua capacidade intelectual ser constantemente subestimada. Segundo relatos de sua mãe, além de enfrentar bullying, a falta de preparo das escolas para lidar com crianças ...
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