Na CES 2026, a NVIDIA subiu ao palco com uma mensagem clara: se o futuro gamer passa por inteligência artificial, desempenho extremo e fluidez absurda, ela quer liderar — e deixar isso visível na prática. O destaque absoluto fica com o novo DLSS 4.5, uma evolução que promete transformar o jeito como quadros são gerados e, literalmente, empurrar os games para além dos 240 FPS, mesmo com path tracing.
O segredo está na combinação entre um transformador de IA de segunda geração e o recurso Dynamic Multi Frame Generation, que agora pode chegar a 6X. Em termos simples: o sistema gera até cinco quadros extras para cada quadro renderizado, elevando desempenho sem, teoricamente, destruir a qualidade visual. Para quem tem uma RTX série 50, a promessa é de fluidez "impossível" nas gerações anteriores.
Mas o pacote vai além. O DLSS já aparece em mais de 250 jogos e continua crescendo com títulos pesados como 007 First Light, Phantom Blade Zero, PRAGMATA e até o aguardado Resident Evil Requiem, todos com recursos de ray tracing, path tracing e IA trabalhando juntos.
Outro anúncio importante é o G-SYNC Pulsar, evolução da tecnologia de sincronização de quadros da NVIDIA. A ideia é entregar movimento mais limpo, reduzir engasgos e usar estroboscopia de retroiluminação variável para alcançar um nível de clareza que a empresa coloca como "novo padrão". Os primeiros monitores chegam já em janeiro, com marcas como ASUS, AOC, Acer e MSI.
Para quem gosta de mexer nos clássicos, o RTX Remix Logic ...
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