Tudo parece estar avançando no setor de celulares, exceto as baterias. Os fabricantes simplesmente aumentam a capacidade, aprimoram o carregamento rápido ou decidem se podemos trocá-las nós mesmos ou se precisamos recorrer à assistência técnica, mas a tecnologia em si não evolui e continuamos enfrentando os mesmos problemas há anos.
Um deles é, claro, a degradação das baterias. Um problema que se tornou muito relevante devido aos problemas de autonomia dos iPhones mais antigos, mas, na realidade, sempre existiu. Com o lítio, o efeito memória desapareceu, mas as baterias continuam a degradar-se irremediavelmente ao longo do tempo. Vamos tentar explicar porquê.
O seu funcionamento é a razão da sua morte
A escolha do lítio para dispositivos eletrónicos foi lógica, pois é o material que produz as baterias mais leves entre todas as opções disponíveis na altura. Quer se trate de uma coluna Bluetooth com quatro quilos ou de um celular com 140 gramas, a sua bateria será de lítio. É uma batalha que se travou há muito tempo e que o material atual venceu porque, além disso, nos fez esquecer o efeito memória das baterias.
O problema das baterias de lítio atuais reside na sentença de morte do seu próprio funcionamento interno. Elas são concebidas para que o ânodo e o cátodo troquem íons, neste caso o lítio, através de um eletrólito não aquoso. A consequência desse processo é que, em nível químico, ocorrem pequenas variações nos próprios eletrodos, que reduzem progressivamente a capacidade da ...
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