O bilionário Mark Cuban rebateu Elon Musk ao prever o fim dos robôs humanoides em até dez anos. Para o investidor, replicar a anatomia humana no ambiente doméstico é um erro dispendioso, complexo e ineficiente, além de exigir manutenção constante. Cuban defende que o futuro pertence a aparelhos projetados sob medida para tarefas específicas, como os aspiradores inteligentes ou máquinas com formatos utilitários inspirados em aranhas e formigas, muito mais práticos para erguer e carregar peso.
Aos 68 anos, o bilionário Mark Cuban discorda abertamente de Elon Musk sobre os rumos da robótica doméstica. Para o investidor, os robôs humanoides estão com os dias contados e devem desaparecer dentro de uma década, abrindo espaço para máquinas projetadas sob medida para tarefas específicas.
Por que os robôs humanoides são um erro, segundo Mark Cuban?
Durante uma participação na transmissão ao vivo TBPN e em mensagem reforçada no X (antigo Twitter), o antigo proprietário do Dallas Mavericks previu uma sobrevida muito curta — de apenas cinco a dez anos — para os autômatos com formato humano e para as companhias que investem neles. Segundo ele, o formato humano é simplesmente incompatível com as necessidades reais de uma casa. Além de trambolhosos e difíceis de projetar para desempenhar múltiplas funções, esses androides demandariam manutenção pesada e atualizações contínuas de software para operar corretamente.
"Você prefere ter um Roomba ou um robô humanoide empurrando um aspirador ou uma vassoura?"
Para o empresário, a resposta é óbvia: tentar replicar a anatomia humana para cumprir afazeres domésticos é uma péssima ideia disfarçada de inovação. Ele acredita que as máquinas inteligentes assumirão formatos muito mais práticos, citando como exemplo estruturas semelhantes a aranhas ou formigas, dotadas de braços mecânicos articulados para erguer e carregar peso com muito mais eficiência.
Como as nossas casas vão se adaptar aos futuros robôs?
O argumento central de quem defende ...
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