Atualmente, vivenciamos um grande debate em torno do Instagram, TikTok e outras plataformas de mídia social, questionando se elas realmente têm um impacto negativo sobre nossas crianças, com diversos governos, incluindo o da Espanha, promovendo a possibilidade de bani-las. Agora, um novo estudo longitudinal lançou luz sobre o verdadeiro impacto do uso das mídias sociais na saúde mental, apontando para um cenário muito mais complexo do que imaginávamos.
O estudo
Uma equipe da Universidade Miguel Hernández decidiu se concentrar justamente nas mídias sociais em um momento em que as pesquisas pintam um quadro bastante preocupante. Mas, neste caso, optaram por enfatizar as nuances que realmente importam: idade, gênero e estado de saúde mental antes de entrar no mundo das mídias sociais. E suas conclusões desafiam a visão tradicional.
Não se trata de quanto, mas de como
Até recentemente, a maneira mais comum de medir o perigo era o "tempo de tela". Assim, diversas revisões indicavam que passar mais horas em frente a um celular equivalia a ter um bem-estar pior. Mas a pesquisa da UMH vai além e se concentra em como as mídias sociais interferem na vida diária, no sono e nos relacionamentos pessoais.
Aqui, a descoberta mais surpreendente para a equipe de pesquisa foi que o impacto desse uso problemático sobre os sintomas depressivos tem um limiar muito claro: 16 anos.
Mas esse efeito diminui
Embora os pesquisadores tenham observado que o aumento dos sintomas depressivos é muito mais ...
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