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Caribe

Jamaica oferece belas praias e muito esporte de aventura

12 nov 2012 - 07h30
(atualizado às 07h30)
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Bob Marley com seu reggae cheio de suingue e poesia colocou a Jamaica no roteiro de viagens, em todo o mundo. No país em que vivem 2,84 milhões de habitantes, o turismo representa a segunda fonte de receita, atrás apenas da extração de bauxita. Por isso, em todas as partes da ilha caribenha é possível encontrar diferentes maneiras de aproveitar o tempo livre: desde o mergulho em belas praias, até o arvorismo e rafting, chamadas de aventuras “soft”.

Rios da ilha caribenha em que vivem 2,84 milhões de habitantes são usados para práticas de esportes como rafting
Rios da ilha caribenha em que vivem 2,84 milhões de habitantes são usados para práticas de esportes como rafting
Foto: Shutterstock

Na ilha de 10.991 km² - área equivalente à metade de Sergipe, menor estado brasileiro - o turismo está concentrado em cinco cidades. No litoral norte, Montego Bay e Ocho Rios são pontos de paradas de cruzeiros internacionais e palco da vida noturna. A oeste, praias e suntuosos rochedos dão às boas vindas à cidade de Negril. Na porção leste, fica Port Antonio com aparência de lugar parado no tempo. Enquanto Kingston - capital cercada por montanhas - revela a Jamaica contemporânea.

Mas antes de cair no gosto do turista, a Jamaica passou por apertos. Primeiros habitantes, os tainos - originários da América do Sul - chamaram a ilha "Xaymaca" que significa "terra de madeira e água". Mas eles perderam o domínio da terra com a chegada de Cristóvão Colombo, em 1494, marcando o início de quase 500 anos de ocupação europeia.

Inicialmente, a Espanha comandava a ilha, mas em 1650, a Grã-Bretanha assumiu o poder. Nesse período, a Jamaica era "a joia da coroa britânica", produzindo 22% do açúcar mundial, sobretudo com mão-de-obra escrava. Somente em 1962 a ilha se tornou um Estado independente.

Assim, semelhante ao Brasil, a cultura jamaicana foi formada por diferentes povos. Africanos, ingleses, espanhóis, indianos, chineses e alemães estão representados na face do povo. Mesmo assim, o inglês é o idioma mais falado, o que nunca impediu o jamaicano de usar o patois, adaptação local da língua de Shakespeare. 

A Jamaica pode ser visitada o ano todo - companhias aéreas nacionais e internacionais contam com voos para lá -, contudo, é preciso ter cautela durante os meses de agosto, setembro e outubro, pois é um período propício aos furacões.

No roteiro, vale deixar um dia inteiro para conhecer Dunn’s River Falls, um dos tesouros nacionais. Localizado em Ocho Rios, as quedas d’água com 180 metros de comprimento são caracterizadas pelo alto fluxo de águas claras e descida rápida desaguando diretamente no mar do Caribe. Intercaladas às quedas, formam-se pequenas lagoas usadas pelos turistas para um banho rápido.

Conhecida pelos resorts de luxo e por oferecer infraestrutura bem organizada para o turismo, Montego Bay é região das praias mais famosas e bonitas da Jamaica. Além disso, o calor da hospitalidade jamaicana retumba nas areias das praias por meio da música que toca o tempo todo, mantendo a atmosfera de alegria no local.

Seguindo o passeio, Negril oferece ao turista maior contato com a população local, artesanato e costumes típicos. Por lá, a pausa para o almoço pode ser feita no Le Vendome, restaurante que serve pratos típicos da culinária crioula com toque francês. Peixe grelhado com ervas finas é um dos quitutes mais pedidos.

O ritmo calmo, com menos turistas e mais imersão cultural, vivido em Port Antonio, possibilita hospedagem com preço baixo, comparado com as demais cidades. Um dos hotéis “em conta”, o Jamaica Heights Resort, fica no topo de uma colina. Os quartos, com diárias a partir de R$ 150, oferecem varandas com vista para costa litorânea e para Blue Mountains - montanhas que cercam boa parte de Port Antonio e Kingston.

Bob Marley, o rei do reggae

No início do mês de agosto, turistas apaixonados por música desembarcam na Jamaica para acompanhar grandes festivais de reggae - como o SumFest e o Sunsplash - com programações que duram até uma semana.

O estilo musical ganhou força a partir de 1972, quando artistas de rastafari ganharam o mundo com canções que misturam romance e protesto. Ícone do reggae, Bob Marley é lembrado como rei na Jamaica. Pelas cidades, há inúmeras bandeiras estampadas com a imagem do cantor falecido em 1981.

Em homenagem a Marley - detentor da marca de 200 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo - foi criado o Museu Bob Marley, em sua antiga casa, em Kingston. Há, também, uma fundação que leva o nome do cantor com objetivo de dar assistência às comunidades locais.

Fonte: Agência Hélice
Fonte: Terra
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