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Término de relacionamento pode afetar a imunidade, segundo Harvard

Pesquisa mostra que o rompimento de uma relação amorosa, devido aos impactos emocionais, desregula a defesa natural do organismo, além de prejudicar a saúde do coração

16 abr 2026 - 07h41
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O término de uma relação geralmente abala o emocional, resultando em um período marcado por tristeza, desânimo e ansiedade. Mas, além dos impactos à saúde mental, o fim de relacionamento também pode afetar o físico, principalmente a imunidade e o sistema cardiovascular. É o que aponta um estudo recente da Universidade de Harvard.

Pesquisa mostra que romper um relacionamento, devido aos impactos emocionais, pode prejudicar a imunidade e o coração
Pesquisa mostra que romper um relacionamento, devido aos impactos emocionais, pode prejudicar a imunidade e o coração
Foto: Canva Equipes/ Olivia Grigorita's Images / Bons Fluidos

Fim de relacionamento e imunidade

De acordo com a pesquisa, após um rompimento amoroso, o corpo aumenta a produção de citocinas. Essas proteínas do sistema imunológico são responsáveis pela resposta imune, além de influenciarem a cicatrização e a inflamação. Quando em excesso, contudo, as substâncias tendem a alterar o funcionamento do mecanismo de defesa e ocasionar processos inflamatórios.

Ademais, os términos estimulam hormônios como cortisol e adrenalina, o que eleva a frequência cardíaca e a pressão arterial. Como consequência, esse processo pode acarretar disfunção no músculo cardíaco e espasmos das artérias. Tais impactos, decorrentes do estresse emocional, são associados à síndrome do coração partido, descrita por pesquisadores japoneses no final dos anos 1990.

Essa condição, também chamada de cardiomiopatia de Takotsubo, pode ser ocasionada pelo fim de relacionamentos, luto ou perda de emprego. Normalmente, gera sintomas como dor no peito, falta de ar, alterações no eletrocardiograma (ECG), taquicardia e sudorese. O desconforto, conforme apontam especialistas, é semelhante ao de um infarto, o que leva pacientes a confundirem a síndrome com doenças coronárias.

Entretanto, a síndrome não causa a obstrução das artérias. O quadro também desencadeia sentimentos negativos, além de dificuldade para dormir, perda de apetite, tonturas, vômitos e cansaço excessivo. A principal forma de preveni-lo e evitar os danos à imunidade é buscar ajuda psicológica profissional diante de um trauma. Especialistas orientam ainda a prática regular de exercícios físicos para controlar o estresse. Meditação, caminhada e yoga são boas opções, capazes de manter o equilíbrio emocional e físico.

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