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Por que o gato morde durante o carinho? Especialista explica o sinal de alerta

Segundo o especialista Alexandre Rossi, as mordidas tendem a ocorrer quando há o toque em áreas sensíveis, como a barriga, e por tempo prolongado

16 abr 2026 - 08h41
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Se você convive com um gato, provavelmente já reparou que os bichanos costumam morder durante o carinho. Muitos tutores consideram esse hábito normal, somente como parte do comportamento felino, ou até o  entendem como um convite para brincadeiras. No entanto, o especialista Alexandre Rossi, o Dr. Pet, explica que as mordidas são, na verdade, um sinal de alerta.

Segundo o especialista Alexandre Rossi, o comportamento ocorre quando há o toque em áreas sensíveis, como a barriga, e por tempo prolongado
Segundo o especialista Alexandre Rossi, o comportamento ocorre quando há o toque em áreas sensíveis, como a barriga, e por tempo prolongado
Foto: Getty Images/rai / Bons Fluidos

Gato e cuidados no carinho

De acordo com o profissional, o comportamento geralmente indica um estado de ansiedade ou desconforto, responsável por ativar o instinto felino. "O carinho começa bem e, de repente, vem uma mordida. Isso acontece porque muitos gatos entram no modo de caça durante a interação, principalmente quando as mãos se movimentam como se fossem presas", esclareceu Rossi, em uma publicação no seu perfil do Instagram.

Essa reação surge, principalmente, quando o toque ocorre em áreas sensíveis, como a barriga. Ademais, conforme ressalta o especialista, o tempo de carinho faz diferença, pois alguns gatos preferem interações mais curtas e podem se sentir desconfortáveis quando o contato se prolonga. Nesses cenários, a mordida funciona como uma forma de comunicação para sinalizar que o limite do animal foi atingido.

Na hora da troca, então, a dica é fazer pausas e observar os sinais corporais do pet. Alexandre Rossi também recomenda estimular brincadeiras com objetos adequados para ajudar a reduzir esse comportamento. "Se quiser, associe o toque a algo positivo, como comida", aconselha.

Além disso, outros profissionais apontam que as regiões mais indicadas para o carinho são a cabeça, as bochechas e o queixo. Para descobrir se o animal faz parte do grupo que prefere e não se incomoda com o toque nessas áreas, é necessário estar atento às suas ações e, acima de tudo, respeitar seus limites. Isso não somente evita mordidas, como também protege a saúde emocional do pet.

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Um post compartilhado por Alexandre Rossi Dr Pet (@alexandrerossi_oficial)

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